sábado, 22 de junho de 2019

Exames nacionais do ensino secundário - 2019

 1.ª FASE  
138  |   Português Língua Segunda   |   18-06-2019
501  |   Alemão   |   26-06-2019
Prova  |  Áudio  |  Guiões  |   Critérios de classificação  |   Grelha de classificação
517  |   Francês   |   26-06-2019
Prova  |   Ficheiro áudio   |  Guiões  |   Critérios de classificação  |   Grelha de classificação
547  |   Espanhol   |   26-06-2019
Prova  |  Áudio  |  Guiões  |   Critérios de classificação  |   Grelha de classificação
550  |   Inglês   |   26-06-2019
Prova  |  Áudio  |  Guiões  |   Critérios de classificação  |   Grelha de classificação
623  |   História A   |   21-06-2019
Prova  |   Prova adaptada   |   Critérios de classificação  |   Grelha de classificação
635  |   Matemática A   |   25-06-2019
Prova  |   Critérios de classificação  |   Grelha de classificação
639  |   Português   |   18-06-2019
702  |   Biologia e Geologia   |   26-06-2019
Prova  |   Critérios de classificação  |   Grelha de classificação
706  |   Desenho A   |   26-06-2019
Prova  |   Critérios de classificação  |   Grelha de classificação
708  |   Geometria Descritiva A   |   27-06-2019
Prova  |   Critérios de classificação  |   Grelha de classificação
712  |   Economia A   |   27-06-2019
Prova  |   Critérios de classificação  |   Grelha de classificação
714  |   Filosofia   |   17-06-2019
715  |   Física e Química A   |   19-06-2019
Prova  |   Critérios de classificação  |   Grelha de classificação (atualizada em 21-06-2019 às 18:28)
719  |   Geografia A   |   19-06-2019
723  |   História B   |   21-06-2019
Prova  |   Critérios de classificação  |   Grelha de classificação
724  |   História da Cultura e das Artes   |   21-06-2019
Prova  |   Critérios de classificação  |   Grelha de classificação
732  |   Latim A   |   18-06-2019
734  |   Literatura Portuguesa   |   27-06-2019
Prova  |   Critérios de classificação  |   Grelha de classificação
735  |   Matemática B   |   25-06-2019
Prova  |   Critérios de classificação  |   Grelha de classificação
835  |   Matemática Aplicada às Ciências Sociais   |   25-06-2019
Prova  |   Critérios de classificação  |   Grelha de classificação
839  |   Português Língua Não Materna - B1   |   18-06-2019

Exames nacionais do 9.º ano - 2019

3.º Ciclo - 9.º Ano de Escolaridade 
1.ª FASE 
91   |   Português   |   21-06-2019
Prova  |   Áudio  |  Critérios de classificação  |   Grelha de classificação 
92   |   Matemática    |   27-06-2019 
Prova  |   Critérios de classificação  |   Grelha de classificação
93   |   Português Língua não Materna - A2   |   18-06-2019 
94   |   Português Língua não Materna - B1   |   18-06-2019 
95   |   Português Língua Segunda   |   21-06-2019
Prova  |   Critérios de classificação  |   Grelha de classificação 
 2.ª FASE 
91   |   Português   |    19-07-2019
92   |   Matemática   |   22-07-2019
93   |   Português Língua não Materna - A2   |   19-07-2019
94   |   Português Língua não Materna - B1   |   19-07-2019
95   |   Português Língua Segunda   |   19-07-2019
 ÉPOCA ESPECIAL ÉPOCA ESPECIAL  
A definir 

Correção do Exame Nacional de Português - 9.º Ano - 2019 - 1.ª Fase

Exame Nacional de Português de 9.º Ano - 2019 - 1.ª Fase



Áudio:

terça-feira, 18 de junho de 2019

Calendário escolar 2019-2020




segunda-feira, 17 de junho de 2019

Exercícios de exame

     Os exames nacionais estão aí.
     As provas finais de Português são muito importantes, seja para a aprovação no final do 9.º ano, seja para acesso ao ensino superior.
     Neste post, tens acesso a vários exercícios que te permitem treinar a competência da gramática, que tão importante é e te permite escrever e falar corretamente. Clica no link [exercícios] ou dirige o teu telemóvel para o QR CODE:

Encontrada a primeira carta que relatou o retorno de Colombo após a descoberta da América

     Em 1493, no seu regresso da América, Cristóvão Colombo desembarcou primeiro em Lisboa, tendo antes aguardado em Cascais. Seguidamente, deslocou-se a Vale do Paraíso, Azambuja, onde se encontrava o rei português, D. João II. Que significado se poderá atribuir a esta atitude de Colombo?

     "A 4 de março, ainda sob forte temporal, a Niña fez a aproximação à costa portuguesa junto ao cabo da Roca, tendo aportado em Cascais, onde esteve algumas horas: «Ao amanhecer, o almirante reconheceu a terra. Era o rochedo de Sintra que fica muito perto do rio de Lisboa, no qual se decidiu entrar porque não podia fazer outra coisa, tão terrível era a tempestade que se abatia sobre a cidade de Cascais, situada na embocadura. Os da cidade, disse, ficaram toda essa tarde em oração por eles, e, quando em seguida ficaram no porto, toda a gente veio vê-los, maravilhados por terem escapado. Foi assim queà terceira hora o almirante passou para o Restelo, no interior do rio de Lisboa, onde a gente do mar lhe disse que nunca se tivera um inverno tão fértil em tempestades, que vinte e cinco navios se tinham perdido na Flandres e que outros estavam lá há quatro meses sem poderem sair».
     Conforme se pode ver pelo tercho citado, antes de demandar a barra do Tejo e chegar ao Restelo, a Niña - pilotada por Sancho Ruíz de Gama e Pedro Alonso Niño - teve de se abrigar em Cascais. Contrariamente ao que por vezes é dito, Cristóvão Colombo e as outras pessoas que vinham a bordo da Niña, ao chegarem a Cascais, não terão visto a torre defensiva que D. João II mandou construir naquele porto, pois essa só terá começado a ser edificada no ano seguinte.
     Depois de passada a tempestade e de feitos os devidos consertos na aparelhagem da caravela, em vez de rumar a Castela, onde se tinha organizado a expedição, a Niña veio, horas mais tarde, a entrar no Tejo, acabando por ancorar no Restelo. Poucos dias depois deu-se o célebre encontro entre Colombo e D. João II em Vale do Paraíso, localidade situada a nove léguas de Lisboa."
Marco Oliveira Borges


Encuentran la primera carta que informó del regreso de Colón tras descubrir América
El más antiguo documento sobre este hecho es hallado en el Archivo de la Nobleza, se trata de una misiva del Rey de Portugal a Fernando el Católico

ABC.ES

El más antiguo documento sobre este hecho es hallado en el Archivo de la Nobleza, se trata de una misiva del Rey de Portugal a Fernando el Católico


domingo, 16 de junho de 2019

Exercícios gramaticais

     Os exames nacionais estão aí.
     As provas finais de Português são muito importantes, seja para a aprovação no final do 9.º ano, seja para acesso ao ensino superior.
     Neste post, tens acesso a vários exercícios que te permitem treinar a competência da gramática, que tão importante é e te permite escrever e falar corretamente. Clica no link [exercícios] ou dirige o teu telemóvel para o QR CODE: 

Discurso direto e indireto

     Vamos recordar como se processa a transformação do discurso direto em indireto e vice-versa?

     Clicando no ligação [discurso direto e indireto] ou socorrendo-te do QRCODE, vais ter acesso a um conjunto de exercícios que te permitirão relembrar as regras de transformação e aplicá-las em concreto.


quarta-feira, 12 de junho de 2019

'A que sabe a Lua?': jogo de memória

     Os animais desta história sonhavam dar uma trincadela na Lua, no entanto, por mais que se esticassem, não conseguiam tocar-lhe. Então, a tartaruga teve uma ideia genial: «Talvez entre todos consigamos alcançá-la».

     Neste post, encontras um divertido jogo de memória sobre o livro A que sabe a Lua?, da autoria de Michael Grejniec.

     Clica na ligação [jogo de memória] e diverte-te.

terça-feira, 11 de junho de 2019

Análise da esparsa "Os bons vi sempre passar"

Este poema é da autoria de Luís Vaz de Camões, poeta renascentista português que viveu no século XVI e cuja data e local de nascimento são ainda uma incerteza. Pensa-se que terá sido em Lisboa entre 1524 e 1525 e que morreu no dia 10 de junho de 1580. O texto é uma esparsa (composição poética de uma única estrofe, sem refrão, cujo tema abordado assume um tom satírico e melancólico) e pertence à influência tradicional onde Camões utiliza a medida velha, versos de redondilha, neste caso de sete sílabas métricas (redondilha maior).
Nesta composição, é abordado o tema do Desconcerto do Mundo e, quanto ao assunto , o sujeito poético apresenta uma visão pessoal sobre o mundo, caracterizando-o como injusto e arbitrário e exemplificando a sua reflexão com o seu caso pessoal.
Este poema é composto por uma única estrofe de dez versos (décima ) em redondilha maior (versos de sete silabas). O esquema rimático é ABAABCDDCD , sendo a rima cruzada no primeiro e terceiro versos e no oitavo e décimo; emparelhada no terceiro e quarto versos e no sétimo e oitavo. No segundo e quinto versos, a rima é interpolada, assim como no sexto e nono. A rima é pobre , pois as palavras que rimam pertencem à mesma classe gramatical, por exemplo “ passar “ ,“ espantar” e” louvar”, que são verbos.
O poema divide-se em duas partes. Na primeira parte , constituída pelos versos 1 a 5, o sujeito poético constata a injustiça do mundo, já que os maus são premiados e os bons são castigados. Na segunda parte, constituída pelos versos 6 a 10, o sujeito poético confessa que decidiu mudar o seu comportamento, tornando-se “mau”, mas foi castigado, já que para ele o mundo está “concertado”.
Ao longo do poema, o sujeito poético analisa a sociedade, estabelecendo uma antítese entre os “Bons”, pautados pela honestidade, lealdade, sinceridade , integridade e esforço, e os “Maus”, caracterizados pela desonestidade, mentira, falsidade, hipocrisia e oportunismo. Contudo, ele constata que os “Bons” passam graves tormentos, dificuldades e necessidades, levando uma vida dolorosa e triste, o que causa admiração, angústia, desilusão e pessimismo no sujeito poético. Os “Maus” vivem satisfeitos, levando uma vida alegre e feliz, o que causa no sujeito lírico indignação e perplexidade, pois aqueles deveriam ser castigados, punidos pelos seus atos e não o são. O sujeito poético pertence a esta sociedade que ele descreve e analisa, sendo ao mesmo tempo testemunha e vítima do desconcerto e da injustiça. Podemos comprovar com a utilização ao longo do poema da primeira pessoa do singular em formas verbais (“vi” e ”fui”) e em pronomes (“mim” e “me”). Nos versos 4 e 5 (“os maus vi sempre nadar / em mar de contentamentos”), está presente a hipérbole, que evidencia o espanto e a perplexidade do sujeito poético ao testemunhar o facto de os maus serem recompensados, o que constitui uma grande injustiça. A repetição da expressão “vi sempre passar” (versos 1 e 4) exprime a ideia de que o sujeito poético observou, pessoalmente, os acontecimentos ao longo do tempo. Por outro lado, permitiu-lhe constatar que não compensava ser “bom”.
Assim, no verso nove, o sujeito poético conclui a sua reflexão (“Assi que“), constatando que a sociedade em que vive é de tal modo injusta que premeia os maus comportamentos e castiga todos os que se regem pelos verdadeiros valores, não obtendo ele privilégios nenhuns ao tornar-se como os outros, pois, para ele, o mundo é justo.
Neste poema, o sujeito poético critica a injustiça, o desconcerto, a arbitrariedade e a mentira dos “maus”, que são premiados.
Em conclusão, podemos salientar que esta esparsa é um balanço dos tempos de grande incerteza em que Camões vivia, nos quais, a par das desigualdades, o desejo de Justiça permanecia, gerando entre as gentes, se não revolta, pelo menos a perplexidade da sua existência.



Trabalho da autoria de Francisco Alvarenga, aluno n.º 25, do 10.º A/B

segunda-feira, 10 de junho de 2019

Dia de Camões & Cia



quinta-feira, 6 de junho de 2019

Provas de Aferição 2019: enunciados e correções

 1.º Ciclo - 2.º Ano de Escolaridade 
 FASE ÚNICA 
 25   |   Português e Estudo do Meio   |   17-06-2019
26   |   Matemática e Estudo do Meio   |   19-06-2019
27   |   Expressões Artísticas    |   Entre 2 e 10-05-2019  
 Versão 2 - Guião do aplicador 2   |   Guião A2   |  Guião B2   |   Áudios    
 28   |   Expressões Físico-Motoras   |   Entre 2 e 10-05-2019  
 Versão 1  -  Guião 1  |   Critérios de classificação   |   Ficha de registo 
 Versão 2 - Guião 2   |   Critérios de classificação   |   Ficha de registo 
  2.º Ciclo - 5.º Ano de Escolaridade 
 FASE ÚNICA  
57   |   História e Geografia de Portugal   |   12-06-2019
58   |   Matemática e Ciências Naturais   |   06-06-2019
59   |   Educação Física   |   Entre 20 e 29-05-2019  
 3.º Ciclo - 8.º Ano de Escolaridade 
 FASE ÚNICA  
82   |   Português Língua Segunda  |   06-06-2019
85   |   Português   |   06-06-2019
87   |   História e Geografia   |   12-06-2019

terça-feira, 4 de junho de 2019

Breve documentário sobre Agustina Bessa-Luís

Faleceu Agustina Bessa-Luís


     Agustina Bessa-Luís nasceu em Vila Meã, Amarante, a 15 de outubro de 1922, e partiu ontem, 3 de junho de 2019, aos 96 anos, no Porto.

     Os seus romances, cujo expoente é a obra Sibilia, a qual fez parte durante anos do currículo da disciplina de Português, tratam de problemas de identidade, de problemas de relações homem-mulher; de relações do homem português com a sua história e algumas das suas personagens; com os meandros da sociedade e do jogo de forças que existe na sociedade portuguesa, além do tema da família e das suas tensões internas.

     Agustina estava afastada da escrita e da vida pública desde 2006, após ter sido acometida de um AVC. De acordo com Lourença Baldaque, sua neta, "deixou completamente de escrever, de ler, de querer estar interessada na literatura". Foi uma vontade de parar e de descansar.

     Desde ontem, descansa eternamente no Olimpo dos escritores.