sexta-feira, 30 de setembro de 2011

"Pangeia, Sala do Exame Privado e a Tacanhez de um Tempo!"

          «A Âncora Editora, a Câmara Municipal da Guarda e o Centro de Estudos Ibéricos (CEI) têm o prazer de convidar V. Ex.ª para a sessão de apresentação do livro Pangeia, Sala do Exame Privado e a Tacanhez de um Tempo!, de Jaime Alberto do Couto Ferreira.
          O evento terá início com a inauguração da exposição «Espécimes de Divodignos», de Jaime, e com a leitura de excertos da obra pelo Dr. Américo Rodrigues. O livro será apresentado por Dr. António José Dias de Almeida, Dr. José Manuel Mota da Romana e Dr. José Vitória.
          A sessão terá lugar no próximo dia 4 de Outubro, terça-feira, pelas 18:00 horas, na Sala Tempo e Poesia, Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, Rua Soeiro Viegas, n.º 10, Guarda.»

História da língua portuguesa

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

"O Velho, o Rapaz e o Burro"

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Acentuação

1. Supressão do acento

          O acento é suprimido nos seguintes casos:

               . palavras graves com ditongo tónico ói (ói > oi):
                    - bóia > boia
                    - heróico > heroico

               . formas verbais graves terminadas em -êem da 3.ª pessoa do plural do
                 presente do indicativo ou do conjuntivo (êem > eem):
                    - crêem > creem
                    - vêem > veem
                    - lêem > leem

               . formas verbais dos verbos arguir e redarguir com acento agudo no u
                 tónico no presente do indicatrivo e do conjuntivo (ú > u):
                    - argúis > arguis
                    - argúem > arguem


2. Acento diferencial

          Os acentos agudos ou circunflexos deixam de ser usados para diferenciar palavras graves homógrafas. A distinção passara a ser estabelecida pelo contexto em que são usadas.

               . pára (verbo parar) > para
                 para (preposição)

               . péla (verbo pelar) > pela
                 pela (preposição)

               . pélo (verbo pelar) > pelo
                 pêlo (nome)           > pelo
                 pelo (contração da preposição por com o artigo o)

               . pólo (nome) > polo
                 polo (contração)

               . pêra (nome) > pera
                 pera (preposição)

               . pêro (nome) > pero
                 pero (conjunção)

          Existem duas exceções a esta regra:

               . pôr (infinitivo) mantém o acento para se distinguir da preposição por;

               . pôde (3.ª pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo) que
                 para se diferenciar da forma pode (3.ª pessoa do singular do presente
                 do indicativo.


3. Uso facultativo do acento

          O Acordo Ortográfico estabelece diversos casos de dupla acentuação:
  • formas verbais terminadas em -ámos da 1.ª pessoa do plural do pretérito perfeito do indicativo dos verbos da 1.ª conjugação: (nós) cantámos ou contamos;
  • forma verbal grave da 1.ª pessoa do plural do presente do conjuntivo do verbo dar: dêmos ou demos;
  • nome feminino forma com sentido de molde ou recipiente: forma ou fôrma;
  • verbos terminados em -guar, -quar ou -quir apresentam dupla grafia: o ú tónico sem acento gráfico ou as vogais tónicas a e i do radical acentuadas tónica e graficamente: averiguo ou averíguo.

4. Trema

          O trema continua a ser usado em palavras de origem estrangeira e suas derivadas:
               - naïf;
               - Michaëlis;
               - Müller;
               - mülleriano.

Consoantes mudas

1. Eliminações

          As consoantes mudas c e p são eliminadas em todas as palavras onde não são pronunciadas.

          cc => c
               accionar => acionar
               coleccionar => colecionar
               leccionar => lecionar
               seleccionar => selecionar

          Nos casos em que a consoante é pronunciada, ela mantém-se: ficcional, occitânico.


          cç => ç
               acção => ação
               colecção => coleção
               direcção => direção
               objecção => objeção
               selecção => seleção

          Nos casos em que a consoante é pronunciada, mantém-se: convicção, ficção, sucção.


          ct => t
               actual => atual
               directo => direto
               electricidade => eletricidade
               objectivo => objetivo
               projecto => projeto

          Nos casos em que a consoante é pronunciada, mantém-se: bactéria, compacto, pacto.


          pc => c
               concepcional => concecional
               decepcionar => dececionar
               excepcional => excecional
               recepcionista => rececionista

          Nos casos em que a consoante é pronunciada, mantém-se: egípcio, núpcias, opcional.


          pç => ç
               acepção => aceção
               adopção => adoção
               decepção => deceção
               excepção => exceção
               recepção => receção

          Nos casos em que a consoante é pronunciada, mantém-se: corrupção, erupção, opção.


          pt => t
               adoptar => adotar
               baptizar => batizar
               contraceptivo => contracetivo
               Egipto => Egito
               óptimo => ótimo

          Nos casos em que a consoante é pronunciada, mantém-se: apto, eucalipto, rapto.


          Nas sequências interiores mpc, mpç e mpt, quando o p desaparece, o m passa a n, escrevendo-se nc, e nt respetivamente:
                     assumpcionista => assuncionista
                     assumpção => assunção
                     sumptuoso => suntuoso

_________________________________________________________________________

2. Dupla grafia

          Determinadas palavras apresentam duas grafias em resultado de oscilações na pronúncia de certas sequências consonânticas interiores.

          cc ou c
               infeccioso ou infecioso

          ou c
               intersecção ou interseção

          ct ou c
               característica ou caraterística

          pc ou c
               d

          ou ç
               d

          pt ou t
               apocalíptico ou apocalítico

Plano de Atividades 2011 - 2012

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

"Os Livros Fazem-se de Sonhos"


          O passatempo "Os Livros Fazem-se de Sonhos...", promovido pela Civilização Editora, é dirigido aos alunos do 1.º ao 9.º ano de escolaridade.

          Para participarem, os alunos deverão escrever uma história baseada num sonho. Posteriormente, as duas histórias mais criativas receberão os livros Civilização Editora que integram a listagem do Plano Nacional de Leitura. Por outro lado, todas as escolas participantes serão agraciadas com a oferta de um livro daquela editora que faça parte da mesma lista.

          O passatempo decorrerá entre os dias 15 de setembro e 30 de dezembro de 2011.

          O regulamento pode ser consultado no seguinte endereço: 
                         http://www.civilizacao.pt/campanhas/pnl2011/form_escolas.aspx.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Uso da maiúscula e da minúscula

1. Uso da maiúscula

          São obrigatoriamente escritas com letra maiúscula inicial os pontos cardeais ou equivalentes quando são empregados absolutamente e nas correspondentes abreviaturas:
                    . Sul;
                    . Nordeste.


2. Uso da minúscula

          Passam a ser grafados obrigatoriamente com letra minúscula inicial:

               » os meses do ano:
                         janeiro, fevereiro, março, abril, maio, junho, julho, agosto,
                         setembro, outubro, novembro, dezembro;

               » as estações do ano:
                         primavera, verão, outono, inverno;

               » os pontos cardeais ou equivalentes, exceto quando estes nomes
                  designam uma região e nos casos em que se utilizam as respetivas
                  abreviaturas:
                         norte, sul, este, oeste, nordeste, sudeste, sudoeste;

               » designações usadas para mencionar alguém cujo nome se desconhece:
                         fulano, sicrano, beltrano.


3. Uso facultativo

          O emprego da maiúscula ou minúscula é facultativo nos seguintes casos:

               a) domínios do saber, cursos e disciplinas:
                         Português ou português
                         História ou história
                         Latim ou latim

               b) nomes de lugares públicos, monumentos e edifícios:
                         Rua do Volta Atrás ou rua do Volta Atrás
                         Igreja do Bonfim ou igreja do Bonfim
                         palácio da Justiça ou Palácio da Justiça

               c) hagiónimos (nomes sagrados):
                         santo António ou Santo António

               d) títulos de livros ou obras equiparadas (bibliónimos), sendo o
                   primeiro elemento e os nomes próprios escritos obrigatoriamente
                   com maiúscula inicial:
                         Memorial do Convento ou Memorial do convento

Guia BE

Alfabeto

          Com a entrada em vigor do Acordo Ortográfico, o alfabeto da língua portuguesa passa a ser constituído por vinte e seis letras, em virtude da introdução do k, w e y: a / A, b / B, c / C, d / D, e / E, f / F, g / G, h / H, i / I, j / J, k / K, l / L, m / M, n / N, o / O, p / P, q / Q, r / R, s / S, t / T, u / U, v / V, w / W, x / X, y / Y, z / Z.

          As letras k, w e y são usadas nos seguintes casos especiais:
  • antropónimos (nomes próprios de pessoas) originários de outras línguas: Kant, Newton, Wilson, Yeats;
  • palavras derivadas desses antropónimos: kantiano, yeatsiano, wagneriano;
  • topónimos (nomes próprios de lugares): Kuwait, Washington, Yorkshire;
  • palavras derivadas desses topónimos: kuwaitiano, washingtoniano, yorkshiriano;
  • símbolos, siglas e palavras adotadas como unidades de medida de uso internacional: km (quilómetro), kg (quilograma), yd (jarda), WWW (World Wide Web);
  • palavras estrangeiras que não foram aportuguesadas: kart, bowling, watt, jackpot.

          Não obstante a introdução das referidas letras, é aconselhável o seu uso restritivo e a sua substituição por outras letras com o mesmo som:
                    . k por c: kayak - caiaque;
                    . k por qu antes de e ou i: joker - jóquer;
                    . w por u: whisky - uísque;
                    . w por v: kiwi - quivi;
                    . y por i: yoga - ioga;
                    . y por j: yard - jarda.


          As palavras derivadas de nomes próprios estrangeiros mantêm as combinações de letras e o trema, ainda que não sejam próprios da ortografia portuguesa, como, por exemplo, garretiano (derivada de Garrett), mülleriano (derivada de Müller), shakespeariano (derivada de Shakespeare).


          No que diz respeito aos topónimos de línguas estrangeiras, o texto do AO sugere que, sempre que possível, se usem as formas aportuguesadas consagradas pelo uso: Genebra em vez de Genève, Zurique em vez de Zürich.

Acordo Ortográfico - Mudanças


          1. Alfabeto

          2. Uso da maiúscula e da minúscula

          3. Consoantes mudas

          4. Acentuação

          5. Hífen

          6.

Curso de Literatura

O Dicionário do Diabo

          O Dicionário do Diabo on-line, aqui. »»»

sábado, 17 de setembro de 2011

Plano de desenvolvimento da coleção

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Ação de Formação

Manual de Procedimentos - EB3 e Secundária

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

A MINHA SALA DE AULA É UMA TRINCHEIRA, de Bárbara Wong

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Regulamento

Regimento

sábado, 3 de setembro de 2011

Guia do "Expresso"


          Com a edição desta semana, o jornal Expresso oferece um guia do novo acordo ortográfico.

          O documento é composto por cerca de 50 páginas e surge integrado numa campanha informativa que o periódico está a levar a cabo.

          O guia foi já disponibilizado pela última edição da revista Visão e surgirá, ainda, acompanhando o próximo número do Jornal de Letras.

          É um contributo que se junta a outros já desenvolvidos por várias instituições e que procuram que as novas regras da língua portuguesa cheguem à população.