Este blog pertence à BE/CRE do Agrupamento de Escolas de Figueira de Castelo Rodrigo...
domingo, 1 de março de 2026
terça-feira, 1 de agosto de 2023
segunda-feira, 29 de maio de 2023
Corre, corre, cabacinha
Projeto Escola a Ler
Leitura Orientada
1.º ano
A atividade teve início na biblioteca, com a leitura e exploração oral da história. De seguida, os alunos resolveram um conjunto de atividades, recorrendo aos tablets. Por fim, na sala de aula, decoraram as cabaças com o momento da história que mais os cativou.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2023
Escritor do Mês: Alice Vieira
Alice Vieira
Alice Vieira nasceu em 1943, em Lisboa. Desde 1979, tem vindo a publicar regularmente, tendo editado na Caminho mais de cinco dezenas de títulos. Nesse mesmo ano, recebeu o Prémio de Literatura Infantil Ano Internacional da Criança com Rosa, Minha Irmã Rosa; em 1994, o Grande Prémio Gulbenkian, pelo conjunto da sua obra. Foi indicada também, por duas vezes, como candidata portuguesa ao Prémio Hans Christian Andersen (o mais importante prémio internacional no campo da literatura para crianças e jovens).
segunda-feira, 30 de março de 2020
Projeto Ler para Crescer: Corre, corre, cabacinha
quarta-feira, 11 de maio de 2011
"O Livro da Avó Alice", Alice Vieira
Alice Vieira é uma escritora conhecida de (quase) todos, mais que não seja pelo facto de textos seus estarem disseminados por diversos manuais escolares e obras suas serem lidas nas nossas escolas. E por isso as nossas crianças crescem sem emoções. Crescem frias por dentro, sem um olhar para os outros que as rodeiam.
Durante anos - por culpa nossa - foram criadas na ilusão de que tudo lhes era permitido.
Durante anos - por culpa nossa - foram criadas na ilusão de que a vida era uma longa avenida de prazer, sem regras, sem leis, e que nada, absolutamente nada, dava trabalho.
Durante anos, todos nós, pais, avós, professores, fomos deixando que isso acontecesse.
E, de repente, os jornais e as televisões trazem-nos relatos de jovens que agridem professores na sala de aula e nós olhamos para tudo muito admirados - como se nada fosse connosco.
Mas é.»






