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sexta-feira, 30 de setembro de 2022

Significado de Setembro

    A palavra setembro provém do latim septem, cujo significado é «sete». O nome tem origem na posição que ocupava no antigo calendário romano. De facto, setembro era o sétimo mês, visto que o ano era constituído apenas por dez meses.

    O calendário foi alterado por Numa Pompílio e, mais tarde, por Júlio César, o célebre imperador. Isto significa que setembro mudou de posição, mas não de nome. 

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

terça-feira, 2 de abril de 2013

100 pessoas

     O sítio 100people.org sugere uma outra forma de abordagem dos dados estatísticos. Assim, em vez de percentagens, apresenta esses dados a partir do número 100.
     Ou seja, no caso das línguas, se o mundo fosse constituído por apenas 100 pessoas, teríamos os seguintes elementos:
          . 12 falariam mandarim;
          . 5 falariam espanhol;
          . 5 falariam inglês;
          . 3 falariam árabe;
          . 3 falariam hindi;
          . 3 falariam bengali;
          . 3 falariam português;
          . 2 falariam russo;
          . 2 falariam japonês;
          . 62 falariam outras línguas.

Morte do papel

     Com o desenvolvimento das tecnologias e, no caso da literatura, o advento do e-book, tem-se prognosticado, sucessivamente, a morte do papel. No entanto, a prática parece desmenti-los e confirmar o dito de Mark Twain quando afirmou que as notícias sobre a sua morte eram nitidamente exageradas.

     Atente-se nos seguintes números, que desmentem o desaparecimento do papel:
  • O consumo médio de papel per capita nos Estados Unidos é de 333 kg e, no resto do mundo, de 48;
  • O escritório sem papel, previsto pela sociedade da informação, não se concretizou. Pelo contrário, estima-se que 95% da informação de negócios é em papel;
  • O utente médio da Web imprime 28 páginas por dia.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Grandes autores brasileiros - Curiosidades

          A literatura brasileira, cujas origens radicam na portuguesa, legou ao mundo uma plêiade de grandes escritores. O blogue Livronauta apresenta um conjunto de curiosidades sobre alguns dos maiores vultos literários do «país irmão»:
  • Machado de Assis teve uma infância sofrida por causa da pobreza. Além disso, era miope, gago e sofria de epilepsia. Enquanto escrevia Memórias Póstumas de Brás Cubas, o escritor foi acometido por uma das suas piores crises intestinais, com complicações para a sua frágil visão. Os médicos recomendaram três meses de descanso em Petrópolis. Sem poder ler nem redigir, ditou grande parte do romance à esposa, Carolina.
  • Graciliano Ramos era um ateu convicto, mas tinha uma Bíblia na cabeceira só para apreciar os ensinamentos e os elementos de retórica. Por insistência da sogra, casou na igreja com Maria Augusta, católica fervorosa, mas exigiu que a cerimónia ficasse restrita aos pais do casal. No segundo casamento, com Heloísa, evitou transtornos e optou logo pelo casamento religioso.
  • Carlos Drummond de Andrade foi expulso do Colégio Anchieta, em Nova Friburgo (Rio de Janeiro), depois de um desentendimento com o professor de português. Imitava com perfeição a assinatura dos outros. Falsificou a do chefe durante anos para lhe poupar trabalho. Ninguém notou. Tinha a mania de picotar papel e tecidos. “Se não fizer isso, saio matando gente pela rua”, dizia. Certo dia, estraçalhou uma camisa nova em folha do neto. “Experimentei, ficou apertada, achei que tinha comprado o número errado. Mas não se impressione, amanhã lhe dou outra igualzinha.”
  • Clarice Lispector, entre outras peculiaridades, costumava, com assinalável frequência, quando convidada para jantar em casa de amigos, ir embora antes de a refeição ser servida.
  • Mário de Andrade provocava ciúmes no antropólogo Lévi-Strauss dado que era muito amigo da sua esposa, Dina. Só depois da morte do escritor o francês descobriu que se preocupava em vão, pois aquele era homossexual.
  • Para autorizar a adaptação da sua obra Gabriela, Cravo e Canela para a televisão, Jorge Amado impôs que o papel principal fosse dado à actriz Sónia Braga. Questionado pelos jornalistas acerca da razão de tal exigência, o escritor respondeu: “O motivo é simples: nós somos amantes.” Todos ficaram de boca aberta. O ambiente ficou mais pesado quando Sónia apareceu. Porém, Jorge Amado levantou-se e, muito formal, cumprimentou-a: “Muito prazer, encantado!” A sua afirmação era uma piada. Os dois não se conheciam até então.