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quarta-feira, 20 de maio de 2015

Conversor ortográfico e de ficheiros


     O Conversor do Acordo Ortográfico da Porto Editora é uma ferramenta gratuita que possibilita a adaptação à nova ortografia, quer em português europeu quer em português do Brasil. O Conversor de texto converte palavras conforme a ortografia antiga para a nova grafia e resolve no mesmo instante qualquer dúvida ortográfica.
Conversor de ficheiros converte o conteúdo de ficheiros de texto para a nova grafia. A aplicação dá suporte a documentos em formato Word.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Pedro Correia e o Acordo Ortográfico


     Será publicado amanhã o livro Vogais e Consoantes Politicamente Incorrectas do Acordo Ortográfico, uma obra da autoria do jornalista Pedro Correia, integrada na coleção «Politicamente Incorrectos».

     Nas palavras do autor, «O Acordo é tecnicamente insustentável, juridicamente inválido, politicamente inepto e materialmente impraticável.». É isto que procura demonstrar nas 160 páginas da obra.

terça-feira, 9 de abril de 2013

O Egito e os egípcios


segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Acordo Ortográfico: Vocabulário de mudança


     Enquanto o (des)acordo ortográfico balança entre o «aplicado» aqui, suspenso além e «não aplicado» acolá, aqui fica o sítio onde é possível consultar a lista de todas as palavras que mudaram com a sua introdução em Portugal: 

O desacordo ortográfico

     «O acordo Ortográfico está em causa. Instituições e publicações há que o aplicam; outras, que o rejeitam. O grande público contesta-o, e a esmagadora maioria dos cidadãos não consegue compreender o que se está a tentar fazer à Língua Portuguesa.

     Efectivamente, embora genericamente as pessoas estejam contra esse acordo, infelizmente a forma como se extremaram posições levou a que, num determinado momento, quem tinha o poder político lhe conferisse força de lei, sem uma atenta e lúcida reflexão sobre o mesmo e as suas gravíssimas implicações, sobretudo de natureza linguística e cultural, com repercussão no ensino e no domínio da língua.

     Como ainda estamos em fase de transição e as leis são os homens que as fazem, esperemos que as razões serenas e lúcidas se imponham e façam com que aqueles que representam o povo legislem de acordo com o supremo interesse do país e da língua portuguesa, seja ela falada onde for.

     Lembro apenas, como precedente, que o Acordo Ortográfico de 1945 foi nessa data assinado por Portugal e pelo Brasil, que o Brasil o tentou aplicar durante dez anos e que, em 1955, rendido à especificidade do registo ortográfico da variante do Português do Brasil, revogou esse acordo. Assim, se Portugal tomar a iniciativa de reflectir e, com razões ponderosas, reformular o texto do Acordo actual, não fará nada de inédito nem beliscará as relações entre os países envolvidos. Aliás, será de referir, ainda, que, recentemente, o próprio Governo brasileiro anunciou que vai adiar a obrigatoriedade da aplicação do acordo para 2016...

     Focando, então, o Acordo actual, em primeiro lugar, deverei dizer que uma pessoa com formação linguística naturalmente que não estaria, à partida, contra um acordo ortográfico. E deverei dizer, ainda, que houve, neste acordo, tentativas (embora não totalmente eficazes) de resolver algumas questões ortográficas relativamente à grafia de novas palavras, concretamente no que diz respeito à utilização do hífen.

     No entanto, este acordo enferma de um grande pecado original: não alcança minimamente o apregoado objectivo da unidade na ortografia.

     Para que serve um "acordo ortográfico"? Para unificar a ortografia de povos que falam a mesma língua. Ora, com este acordo, a ortografia da Língua Portuguesa não se unificou. Tentei obter resposta a uma pergunta simples: quantas palavras se escreviam de forma diferente no Brasil em comparação com a forma como as mesmas palavras se escreviam em Portugal e nos restantes Países de Língua Oficial Portuguesa antes do Acordo e depois do Acordo? Não consegui obter uma resposta objectiva da parte dos defensores do Acordo Ortográfico. Pergunto: parte-se para a tentativa de aplicação de um acordo ortográfico sem se saber claramente quantas palavras é que mudam na ortografia?

     Assim, procurei eu a resposta, consultando o "Vocabulário de Mudança" disponibilizado noPortal da Língua Portuguesa.

     E, considerando a informação aí veiculada, a resposta é a seguinte (contagem feita manualmente): antes do Acordo -- e exceptuando as palavras com alteração do hífen, as palavras graves acentuadas no Brasil e não em Portugal (como idéia - ideia) e as palavras com trema (pelo seu número residual e por tais situações afectarem sobretudo a ortografia brasileira) -, havia 2691 palavras que se escreviam de forma diferente e que se mantêm diferentes (por exemplo facto e fato), havia 569 palavras diferentes que se tornam iguais (por exemplo, abstracto e abstrato resultam em abstrato), e havia 1235 palavras iguais que se tornam diferentes.

     Está a ler bem: com o Acordo Ortográfico, aumenta o número de palavras que se escrevem de forma diferente!

     Isto é, havia 1235 palavras que se escreviam da mesma forma em Portugal e no Brasil que, com o Acordo, mudam, a saber: 190 ficam com dupla grafia em ambos os países (por exemplo circunspecto e circunspeto); 57 ficam com dupla grafia mas só em Portugal (por exemplo, conceptual e concetual, que no Brasil se escreve conceptual, mantendo a consoante "p"); 788 mudam para uma das variantes que existem no Brasil, por vezes a menos utilizada ou a considerada mais afastada da norma padrão (por exemplo, perspetiva: em Portugal, só se admite esta forma - sem "c" -, mas no Brasil admitem-se duas, perpectiva perspetiva, sendo esta última preferencial); finalmente, 200 mudam para uma até ao momento inexistente e que passa a existir apenas em Portugal (por exemplo, receção, que no Brasil só admite a forma recepção, que passa a não ser possível em Portugal).

     Esta última situação é a mais aberrante: são 200 palavras inventadas, que não existiam e passam a ser exclusivas da norma ortográfica em Portugal. Alguns exemplos: em Portugal, com o Acordo, passa obrigatoriamente a escrever-se aceção, anticoncetivo, conceção, confeção, contraceção, deceção, deteção, impercetível.

     O problema diz, pois, respeito sobretudo à grafia das palavras que contêm as vulgarmente chamadas "consoantes mudas". Segundo os referidos dados do Portal da Língua Portuguesa, com o Acordo Ortográfico, no que diz respeito às palavras que mudam, no Brasil continuam a escrever-se 1235 palavras com essa consoante etimológica (978 de dupla grafia e 257 que se escrevem só com a manutenção da consoante), enquanto em Portugal e nos restantes Países de Língua Oficial Portuguesa são apenas 247!

     Em Portugal, altera-se a ortografia fazendo desaparecer as respectivas consoantes e, afinal, no Brasil, essa ortografia de cariz etimológico mantém-se!!!

     Não vou aqui falar da questão da dupla ortografia e de fragilidades e incorrecções presentes nos textos referentes ao Acordo Ortográfico, que têm um efeito negativo no ensino, na aprendizagem e no domínio da Língua Portuguesa (tal poderá ser objecto de outro artigo). Aqui apenas estou a referir como falsa a propalada unidade ortográfica!

     Chegou a hora decisiva de nos pronunciarmos eficazmente pela suspensão da aplicação deste Acordo que tanto prejuízo causa à Língua Portuguesa. Tal é possível subscrevendo a Iniciativa Legislativa de Cidadãos (em http://ilcao.cedilha.net/), que visa, democraticamente, levar ao Parlamento, de novo, esta discussão.

     E faço um apelo aos decisores políticos para que analisem cuidadosamente a situação: ninguém se pode escudar na ignorância dos assuntos sobre os quais toma decisões, pois a História não lhes perdoará.»
Prof. Dr.ª Maria Regina Rocha, in Público, 19 de janeiro de 2013

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Hífen

1. Uso

          O hífen é usado em:
  • palavras compostas que designam espécies botânicas ou zoológicas, estejam ou não ligadas por preposição ou outro elemento: couve-flor, cobra-capelo, etc.;
  • palavras compostas que não possuem formas de ligação e cujos constituintes, por extenso ou reduzidos, de natureza nominal, adetival, verbal ou numeral, mantêm a autonomia fonética e conservam o seu próprio acento: azul-escuro, decreto-lei, guarda-chuva, segunda-feira, etc.;
  • palavras formadas por prefixos ou falsos prefixos, quando o elemento seguinte começa por h: anti-herói;
  • palavras formadas por prefixos ou falsos prefixos terminados em vogal, quando o elemento seguinte começa pela mesma vogal: anti-inflamatório, contra-ataque, micro-ondas, etc.. (constituem exceção a esta regra as palavras formadas com o prefixo co-, que se escrevem aglutinadas, mesmo quando o elemento seguinte se inicia por o: coobrigação, coocorrência, etc.;
  • palavras formadas por prefixos ou falsos prefixos terminados em consoante, quando o elemento seguinte começa por uma consoante igual: inter-regional, sub-bibliotecário, super-resistente, etc. - se o elemento seguinte, porém, começa por uma consoante diferente ou por uma vogal, regra geral não se usa o hífen: supermercado, superinteressante, etc.;
  • palavras formadas por prefixos acentuados graficamente, como pós-, pré- e pró-: pós-graduação, pré-escolar, etc.;
  • palavras formadas pelos prefixos circum- e pan-, quando o elemento seguinte começa por h, m ou n: circum-navegação, pan-africano, pan-helénico.

2. Supressão

          O hífen deixa de ser usado nos casos seguintes:
  • na maioria das locuções, exceto algumas exceções estatuídas no texto do Acordo, como água-de-colónia, arco-da-velha, cor-de-rosa, mais-que-perfeito, pé-de-meia, ao deus-dará e à queima-roupa;
  • nas palavras compostas em que desapareceu a noção de composição: mandachuva, paraquedas;
  • nas formas monossilábicas do presente do indicativo do verbo haver seguidas da preposição de: (eu) hei de, (tu) hás de, (ele) há de, etc.;
  • nas palavras formdas por prefixos ou falsos prefixos terminados em vogal, quando o elemento seguinte começa por r ou s, duplicando-se estas consoantes nesses casos: antirreflexo, ultrassecreto;
  • nas palavras formadas por prefixos ou falsos prefixos terminados em vogal, quando o elemento seguinte começa por uma vogal diferente: agroindustrial, antiaéreo, autoestrada, coautor, extraescolar, infraestrutura, plurianual, etc.

3. Uso do hífen com prefixos

b

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Acentuação

1. Supressão do acento

          O acento é suprimido nos seguintes casos:

               . palavras graves com ditongo tónico ói (ói > oi):
                    - bóia > boia
                    - heróico > heroico

               . formas verbais graves terminadas em -êem da 3.ª pessoa do plural do
                 presente do indicativo ou do conjuntivo (êem > eem):
                    - crêem > creem
                    - vêem > veem
                    - lêem > leem

               . formas verbais dos verbos arguir e redarguir com acento agudo no u
                 tónico no presente do indicatrivo e do conjuntivo (ú > u):
                    - argúis > arguis
                    - argúem > arguem


2. Acento diferencial

          Os acentos agudos ou circunflexos deixam de ser usados para diferenciar palavras graves homógrafas. A distinção passara a ser estabelecida pelo contexto em que são usadas.

               . pára (verbo parar) > para
                 para (preposição)

               . péla (verbo pelar) > pela
                 pela (preposição)

               . pélo (verbo pelar) > pelo
                 pêlo (nome)           > pelo
                 pelo (contração da preposição por com o artigo o)

               . pólo (nome) > polo
                 polo (contração)

               . pêra (nome) > pera
                 pera (preposição)

               . pêro (nome) > pero
                 pero (conjunção)

          Existem duas exceções a esta regra:

               . pôr (infinitivo) mantém o acento para se distinguir da preposição por;

               . pôde (3.ª pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo) que
                 para se diferenciar da forma pode (3.ª pessoa do singular do presente
                 do indicativo.


3. Uso facultativo do acento

          O Acordo Ortográfico estabelece diversos casos de dupla acentuação:
  • formas verbais terminadas em -ámos da 1.ª pessoa do plural do pretérito perfeito do indicativo dos verbos da 1.ª conjugação: (nós) cantámos ou contamos;
  • forma verbal grave da 1.ª pessoa do plural do presente do conjuntivo do verbo dar: dêmos ou demos;
  • nome feminino forma com sentido de molde ou recipiente: forma ou fôrma;
  • verbos terminados em -guar, -quar ou -quir apresentam dupla grafia: o ú tónico sem acento gráfico ou as vogais tónicas a e i do radical acentuadas tónica e graficamente: averiguo ou averíguo.

4. Trema

          O trema continua a ser usado em palavras de origem estrangeira e suas derivadas:
               - naïf;
               - Michaëlis;
               - Müller;
               - mülleriano.

Consoantes mudas

1. Eliminações

          As consoantes mudas c e p são eliminadas em todas as palavras onde não são pronunciadas.

          cc => c
               accionar => acionar
               coleccionar => colecionar
               leccionar => lecionar
               seleccionar => selecionar

          Nos casos em que a consoante é pronunciada, ela mantém-se: ficcional, occitânico.


          cç => ç
               acção => ação
               colecção => coleção
               direcção => direção
               objecção => objeção
               selecção => seleção

          Nos casos em que a consoante é pronunciada, mantém-se: convicção, ficção, sucção.


          ct => t
               actual => atual
               directo => direto
               electricidade => eletricidade
               objectivo => objetivo
               projecto => projeto

          Nos casos em que a consoante é pronunciada, mantém-se: bactéria, compacto, pacto.


          pc => c
               concepcional => concecional
               decepcionar => dececionar
               excepcional => excecional
               recepcionista => rececionista

          Nos casos em que a consoante é pronunciada, mantém-se: egípcio, núpcias, opcional.


          pç => ç
               acepção => aceção
               adopção => adoção
               decepção => deceção
               excepção => exceção
               recepção => receção

          Nos casos em que a consoante é pronunciada, mantém-se: corrupção, erupção, opção.


          pt => t
               adoptar => adotar
               baptizar => batizar
               contraceptivo => contracetivo
               Egipto => Egito
               óptimo => ótimo

          Nos casos em que a consoante é pronunciada, mantém-se: apto, eucalipto, rapto.


          Nas sequências interiores mpc, mpç e mpt, quando o p desaparece, o m passa a n, escrevendo-se nc, e nt respetivamente:
                     assumpcionista => assuncionista
                     assumpção => assunção
                     sumptuoso => suntuoso

_________________________________________________________________________

2. Dupla grafia

          Determinadas palavras apresentam duas grafias em resultado de oscilações na pronúncia de certas sequências consonânticas interiores.

          cc ou c
               infeccioso ou infecioso

          ou c
               intersecção ou interseção

          ct ou c
               característica ou caraterística

          pc ou c
               d

          ou ç
               d

          pt ou t
               apocalíptico ou apocalítico

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Uso da maiúscula e da minúscula

1. Uso da maiúscula

          São obrigatoriamente escritas com letra maiúscula inicial os pontos cardeais ou equivalentes quando são empregados absolutamente e nas correspondentes abreviaturas:
                    . Sul;
                    . Nordeste.


2. Uso da minúscula

          Passam a ser grafados obrigatoriamente com letra minúscula inicial:

               » os meses do ano:
                         janeiro, fevereiro, março, abril, maio, junho, julho, agosto,
                         setembro, outubro, novembro, dezembro;

               » as estações do ano:
                         primavera, verão, outono, inverno;

               » os pontos cardeais ou equivalentes, exceto quando estes nomes
                  designam uma região e nos casos em que se utilizam as respetivas
                  abreviaturas:
                         norte, sul, este, oeste, nordeste, sudeste, sudoeste;

               » designações usadas para mencionar alguém cujo nome se desconhece:
                         fulano, sicrano, beltrano.


3. Uso facultativo

          O emprego da maiúscula ou minúscula é facultativo nos seguintes casos:

               a) domínios do saber, cursos e disciplinas:
                         Português ou português
                         História ou história
                         Latim ou latim

               b) nomes de lugares públicos, monumentos e edifícios:
                         Rua do Volta Atrás ou rua do Volta Atrás
                         Igreja do Bonfim ou igreja do Bonfim
                         palácio da Justiça ou Palácio da Justiça

               c) hagiónimos (nomes sagrados):
                         santo António ou Santo António

               d) títulos de livros ou obras equiparadas (bibliónimos), sendo o
                   primeiro elemento e os nomes próprios escritos obrigatoriamente
                   com maiúscula inicial:
                         Memorial do Convento ou Memorial do convento

Alfabeto

          Com a entrada em vigor do Acordo Ortográfico, o alfabeto da língua portuguesa passa a ser constituído por vinte e seis letras, em virtude da introdução do k, w e y: a / A, b / B, c / C, d / D, e / E, f / F, g / G, h / H, i / I, j / J, k / K, l / L, m / M, n / N, o / O, p / P, q / Q, r / R, s / S, t / T, u / U, v / V, w / W, x / X, y / Y, z / Z.

          As letras k, w e y são usadas nos seguintes casos especiais:
  • antropónimos (nomes próprios de pessoas) originários de outras línguas: Kant, Newton, Wilson, Yeats;
  • palavras derivadas desses antropónimos: kantiano, yeatsiano, wagneriano;
  • topónimos (nomes próprios de lugares): Kuwait, Washington, Yorkshire;
  • palavras derivadas desses topónimos: kuwaitiano, washingtoniano, yorkshiriano;
  • símbolos, siglas e palavras adotadas como unidades de medida de uso internacional: km (quilómetro), kg (quilograma), yd (jarda), WWW (World Wide Web);
  • palavras estrangeiras que não foram aportuguesadas: kart, bowling, watt, jackpot.

          Não obstante a introdução das referidas letras, é aconselhável o seu uso restritivo e a sua substituição por outras letras com o mesmo som:
                    . k por c: kayak - caiaque;
                    . k por qu antes de e ou i: joker - jóquer;
                    . w por u: whisky - uísque;
                    . w por v: kiwi - quivi;
                    . y por i: yoga - ioga;
                    . y por j: yard - jarda.


          As palavras derivadas de nomes próprios estrangeiros mantêm as combinações de letras e o trema, ainda que não sejam próprios da ortografia portuguesa, como, por exemplo, garretiano (derivada de Garrett), mülleriano (derivada de Müller), shakespeariano (derivada de Shakespeare).


          No que diz respeito aos topónimos de línguas estrangeiras, o texto do AO sugere que, sempre que possível, se usem as formas aportuguesadas consagradas pelo uso: Genebra em vez de Genève, Zurique em vez de Zürich.

Acordo Ortográfico - Mudanças


          1. Alfabeto

          2. Uso da maiúscula e da minúscula

          3. Consoantes mudas

          4. Acentuação

          5. Hífen

          6.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

sábado, 3 de setembro de 2011

Guia do "Expresso"


          Com a edição desta semana, o jornal Expresso oferece um guia do novo acordo ortográfico.

          O documento é composto por cerca de 50 páginas e surge integrado numa campanha informativa que o periódico está a levar a cabo.

          O guia foi já disponibilizado pela última edição da revista Visão e surgirá, ainda, acompanhando o próximo número do Jornal de Letras.

          É um contributo que se junta a outros já desenvolvidos por várias instituições e que procuram que as novas regras da língua portuguesa cheguem à população.

domingo, 24 de julho de 2011

Acordo Ortográfico - Vídeo

quinta-feira, 31 de março de 2011

Conversor ortográfico

          A Porto Editora disponibiliza um instrumento utilíssimo - Conversor do Acordo Ortográfico da Porto Editora - para todos aqueles que sentem dificuldades com o Acordo Ortográfico. Trata-se de uma ferramenta gratuita que permite escrever um texto de acordo com a «antiga» grafia e, de seguida, convertê-lo para a nova, e que assinala quer as novas grafias quer as palavras com grafias alternativas.

          Quem o quiser consultar, pode fazê-lo AQUI.

Acordo Ortográfico: palavras que mudam

          A Porto Editora acaba de lançar esta obra - mais uma - que se debruça sobre as alterações que o AO vai introduzir na nossa língua.

          Como é do conhecimento geral, apenas cerca de 2% das palavras da língua portuguesa vão mudar; ainda assim, é um conjunto apreciável, pelo que este género de obras se reveste de grande importância neste momento de transição.

          Além das palavras, podemos também encontrar uma síntese teórica das alterações que vão ocorrer.

          Dentre os diversos documentos que versam esta problemática e que iremos divulgando à medida que chegarem ao nosso conhecimento, destacamos, desde já, o sítio Portal da Língua Portuguesa:

. Listagem de palavras que sofrem alterações;
. Síntese das regras de escrita.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Acordo Ortográfico

          O Governo português, após reunião do Conselho de Ministros, estabeleceu um conjunto de passos e de datas a que deve obedecer a aplicação do novo Acordo Ortográfico e que podem ser consultados no seguinte endereço: http://www.portaldalinguaportuguesa.org/.
          No que mais directamente interessa às escolas, foi consagrado o ano lectivo de 2011-2012 para a introdução do AO no currículo dos alunos, em simultâneo com a introdução dos novos programas de Português do ensino básico.
          Na mesma resolução do Conselho de Ministros, foi adoptado o Vocabulário Ortográfico do Português, produzido em consonância com o AO e foi definido o programa Lince como a ferramenta de conversão ortográfica de texto para a nova grafia. Ambas as ferramentas, desenvolvidas pelo Instituto de Linguística Teórica e Computacional, estão disponíveis on-line no Portal da Língua Portuguesa.

terça-feira, 22 de junho de 2010

LINCE - Conversor para a nova ortografia



Foi lançado, no dia 8 de Junho, pela Ministra da Cultura, um conversor - Lince - que vai ajudar e apoiar a implementação do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Esta ferramenta converte o conteúdo de ficheiros de texto para a grafia neste momento a ser introduzida em vários países do espaço da CPLP. Suporta vários formatos e permite converter em simultâneo um número elevado de ficheiros de qualquer dimensão.
Para saber mais, veja em: http://www.portaldalinguaportuguesa.org/index.php?action=lince