Este blog pertence à BE/CRE do Agrupamento de Escolas de Figueira de Castelo Rodrigo...
Mostrar mensagens com a etiqueta Sophia de Mello Breyner. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Sophia de Mello Breyner. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2024
sexta-feira, 9 de fevereiro de 2024
Ficha de leitura de «Saga»
Clica no link seguinte e responde ao questionário: ficha de leitura.
Etiquetas:
3.º ciclo,
Português,
Recursos digitais,
Sophia de Mello Breyner
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2023
Projeto Escola a ler: a saga do 8.º A
Leitura Orientada
8.º ano
Os alunos do oitavo ano, na disciplina de Português, leram e exploraram o conto A Saga, presente na coletânea de contos Histórias da terra e do mar, de Sophia de Meelo Breyner Andresen, requisitado na biblioteca.
Para culminar a atividade, responderam a um questionário (ligação) criado no google forms pela equipa da biblioteca escolar.
Etiquetas:
Leitura,
Projeto Escola a ler,
Recursos digitais,
Sophia de Mello Breyner
terça-feira, 7 de fevereiro de 2023
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2023
segunda-feira, 5 de dezembro de 2022
A Fada Oriana
Os alunos das turmas do 5.º ano, na disciplina de Português, exploraram o livro A Fada Oriana, de Sophia de Mello Breyner Andresen, disponibilizado pela biblioteca escolar.
A leitura e exploração da obra foi feita na sala de aula, tendo sido abordados os elementos paratextuais, as várias categorias da narrativa e os recursos expressivos. O professor, através do diálogo e de questionários escritos, levou os alunos a fazer inferências devidamente justificadas.
Etiquetas:
Escola a Ler,
Leitura,
Sophia de Mello Breyner
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
"A Hora da Partida"
A hora da partida soa quando
Escurecem o jardim e o vento passa,
Estala o chão e as portas batem, quando
A noite cada nó em si deslaça.
A hora da partida soa quando
As árvores parecem inspiradas
Como se tudo nelas germinasse.
Soa quando no fundo dos espelhos
Me é estranha e longínqua a minha face
E de mim se desprende a minha vida.
Sophia de Mello Breyner, in Poesia (1944)
Duas novas edições de Sophia
Sophia de Mello Breyner, uma das maiores escritoras portuguesas, completaria hoje, se fosse viva, 95 anos.
Para celebrar a data e a vastíssima e riquíssima obra da autora, a Porto Editora apresenta ao público uma nova edição de duas das suas obras: Saga e A Noite de Natal.
Etiquetas:
In Memoriam,
Sophia de Mello Breyner
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Sophia de Mello Breyner no Panteão Nacional
A escritora Sophia de Mello Breyner deverá passar a fazer parte do Panteão Nacional muito em breve.
De facto, a cerimónia de trasladação do seu corpo deverá ocorrer no contexto das comemorações do quadragésimo aniversário do 25 de Abril, provavelmente no dia 2 de julho, data em que se assinalam os dez anos da sua morte.
Etiquetas:
Efemérides,
Sophia de Mello Breyner
quinta-feira, 25 de abril de 2013
'Porque'
Porque os outros se mascaram mas tu não
Porque os outros usam a virtude
Para comprar o que não tem perdão.
Porque os outros têm medo mas tu não.
Porque os outros são os túmulos caiados
Onde germina calada a podridão.
Porque os outros se calam mas tu não.
Porque os outros se compram e se vendem
E os seus gestos dão sempre dividendo.
Porque os outros são hábeis mas tu não.
Porque os outros vão à sombra dos abrigos
E tu vais de mãos dadas com os perigos.
Porque os outros calculam mas tu não.
Sophia de Mello Breyner Andresen
Porque os outros usam a virtude
Para comprar o que não tem perdão.
Porque os outros têm medo mas tu não.
Porque os outros são os túmulos caiados
Onde germina calada a podridão.
Porque os outros se calam mas tu não.
Porque os outros se compram e se vendem
E os seus gestos dão sempre dividendo.
Porque os outros são hábeis mas tu não.
Porque os outros vão à sombra dos abrigos
E tu vais de mãos dadas com os perigos.
Porque os outros calculam mas tu não.
Sophia de Mello Breyner Andresen
Etiquetas:
Efemérides,
Poesia,
Sophia de Mello Breyner
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
'Este é o tempo'
Este é o tempo
Este é o tempo
Da selva mais obscura
Até o ar azul se tornou grades
E a luz do sol se tornou impura
Esta é a noite
Densa de chacais
Pesada de amargura
Este é o tempo em que os homens renunciam.
.
Este é o tempo
Da selva mais obscura
Até o ar azul se tornou grades
E a luz do sol se tornou impura
Esta é a noite
Densa de chacais
Pesada de amargura
Este é o tempo em que os homens renunciam.
.
Sophia de Mello Breyner in Mar Novo (1958)
Etiquetas:
Poesia,
Sophia de Mello Breyner
domingo, 18 de novembro de 2012
Conto "Saga" (texto integral)
(c) http://pt.scribd.com/marianitafarraia5401
Etiquetas:
Sophia de Mello Breyner,
Textos
terça-feira, 2 de outubro de 2012
"Os Ciganos"
"Os Ciganos" é um conto inédito de Sophia de Mello Breyner localizado no seu espólio na primavera de 2009.
O texto encontrava-se inacabado e foi concluído pelo neto da autora, o jornalista Pedro Sousa Tavares.
Etiquetas:
Notícias,
Sophia de Mello Breyner,
Textos,
Vídeo
quarta-feira, 25 de abril de 2012
"Esta é a madrugada que eu esperava"
Esta é a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo
Sophia de Mello Breyner
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo
Sophia de Mello Breyner
Etiquetas:
Efemérides,
Poesia,
Sophia de Mello Breyner
terça-feira, 21 de junho de 2011
Nesta Hora
Nesta hora limpa da verdade é preciso dizer a verdade toda
Mesmo aquela que é impopular neste dia em que se invoca o povo
Pois é preciso que o povo regresse do seu longo exílio
E lhe seja proposta uma verdade inteira e não meia verdade
Meia verdade é como habitar meio quarto
Ganhar meio salário
Como só ter direito
A metade da vida
O demagogo diz da verdade a metade
E o resto joga com habilidade
Porque pensa que o povo só pensa metade
Porque pensa que o povo não percebe nem sabe
A verdade não é uma especialidade
Para especializados clérigos letrados
Não basta gritar povo é preciso expor
Partir do olhar da mão e da razão
Partir da limpidez do elementar
Como quem parte do sol do mar do ar
Como quem parte da terra onde os homens estão
Para construir o canto do terrestre
- Sob o ausente olhar silente de atenção –
Para construir a festa do terrestre
Na nudez de alegria que nos veste
Sophia de Mello Breyner Andresen
Mesmo aquela que é impopular neste dia em que se invoca o povo
Pois é preciso que o povo regresse do seu longo exílio
E lhe seja proposta uma verdade inteira e não meia verdade
Meia verdade é como habitar meio quarto
Ganhar meio salário
Como só ter direito
A metade da vida
O demagogo diz da verdade a metade
E o resto joga com habilidade
Porque pensa que o povo só pensa metade
Porque pensa que o povo não percebe nem sabe
A verdade não é uma especialidade
Para especializados clérigos letrados
Não basta gritar povo é preciso expor
Partir do olhar da mão e da razão
Partir da limpidez do elementar
Como quem parte do sol do mar do ar
Como quem parte da terra onde os homens estão
Para construir o canto do terrestre
- Sob o ausente olhar silente de atenção –
Para construir a festa do terrestre
Na nudez de alegria que nos veste
Sophia de Mello Breyner Andresen
Etiquetas:
Poesia,
Sophia de Mello Breyner
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Colóquio Internacional Sophia de Mello Breyner
Nos dias 27 e 28 de Janeiro, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, decorrerá o Colóquio Internacional Sophia de Mello Breyner Andresen, promovido em colaboração com o Centro Nacional de Cultura.
O Colóquio será antecedido, no dia 26, da cerimónia que assinalará a doação do Espólio da escritora à Biblioteca Nacional de Portugal pelos seus filhos e que incluirá a leitura de poemas da sua autoria, bem como a inauguração da exposição «Sophia de Mello Breyner Andresen - Uma vida de poeta».
Mais informações estão disponíveis no sítio do colóquio.
Mais informações estão disponíveis no sítio do colóquio.
Etiquetas:
Conferências,
Divulgação,
Sophia de Mello Breyner
Subscrever:
Mensagens (Atom)





