O cenário era a sala da turma B do 1.º ano. A protagonista, a mãe de um dos alunos. A finalidade, a leitura dramatizada de um livro do escritor António Mota: Se eu fosse muito pequenino.
Posteriormente, os alunos soltaram a sua imaginação e criaram frases que transformaram em marcadores de livros, a que deram cor.
No dia 14 de março, teve lugar a fase distrital do desafio Literacia 3 di.
Assim, os alunos do nosso agrupamento que, após a participação na fase concelhia, foram selecionados deslocaram-se à cidade da Guarda para realizarem as provas da fase distrital.
Ei-los exibindo orgulhosamente o diploma de participação.
A História registou o nome do descobridor inglês James Cook como o autor da descoberta da Austrália, no entanto esta teoria tem sido posta em causa diversas vezes.
De facto, a maioria dos historiadores sustenta que essa descoberta ocorreu em 1606 com a viagem do navegador holandês Willem Janszoon, a bordo do Duyfken, no entanto a mesma foi já reclamada pelos chineses, espanhóis, franceses e, até, para os Fenícios.
Recentemente, o historiador australiano Peter Trickett defendeu outra perspetiva, segundo a qual o feito foi cometido pelos Portugueses. De acordo com a agência de notícias Reuters, foi encontrado um novo mapa que prova que não foram os ingleses nem os holandeses que descobriram esse país distante, mas navegadores portugueses. O referido mapa, descoberto numa biblioteca da cidade de Los Angeles, datado do século XVI e escrito em português, contém referências e informações pertinentes sobre o assunto, provando que foram marinheiros lusos os primeiros europeus a chegar à Austrália.
A notícia, em detalhe, pode ser encontrada aqui [notícia].