Já foram publicados os resultados da fase distrital do concurso Literacia 3Di:
Assim sendo, a Beatriz Monteiro, aluna do 7.º A, irá representar o nosso Agrupamento e o distrito da Guarda no próximo dia 17 de maio, no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa, na prova de Leitura. Parabéns à Beatriz pelo seu empenho e triunfo na fase distrital!
O DailyArt é uma aplicação gratuita que dá a conhecer, diariamente, uma obra de arte através do smartphone.
A app inclui mais de 3000 obras, da autoria de mais de 780 artistas dos períodos clássico, moderno ou contemporâneo.
Cada obra é acompanhada de uma descrição da mesma, com ligações à autobiografia do autor ou ao museu onde está exposta. Adicionalmente, o utilizador pode, a qualquer momento, aceder aos arquivos da aplicação para saber mais sobre qualquer artista, obra ou museu que não tenham sido os escolhidos do dia.
É também possível criar listas de favoritos ou partilhar as obras de arte preferidas com os amigos.
A aplicação está disponível em sete línguas, incluindo o português. Entre as opções disponíveis, o utilizador pode optar pela hora a que deseja receber a notificação com a apresentação da sua obra de arte do dia.
Hoje, 10 de abril de 2019, pelas 14 horas e 30 minutos, um grupo de astrónomos que comandam uma rede de radiotelescópios de anel planetário chamada Telescópio Event Horizon revelou as primeiras imagens de um buraco negro, algo que, até ao momento, só era «conhecido» através de simulações computorizadas, provenientes, por exemplo, do cinema.
Os buracos negros são, de acordo com a Teoria da Relatividade Geral, de Einstein, regiões do espaço das quais nada, incluindo partículas que se movem à velocidade da luz, pode escapar, dado que a sua velocidade é inferior à velocidade de escape desses corpos celestes infinitamente densos.
Um buraco negro resulta da deformação do espaço temporal, causada após o colapso gravitacional de uma estrela massiva com pelo menos 30 vezes a massa do Sol numa supernova, que logo depois desaparece, dando lugar a algo designado pela Física por singularidade, isto é, o coração de um buraco negro, onde espaço temporal deixa de existir.
Um buraco negro começa a partir de uma superfície esférica denominada horizonte de eventos, que marca a região a partir da qual, se algo a atravessar, não poderá regressar.
Como curiosidade, refira-se que o uso do adjetivo «negro» para qualificar este fenómeno se fica a dever ao facto de se presumir que o «buraco» não refletia nenhuma parte da luz que viesse a atingir o seu horizonte de eventos, atuando assim como se fosse um corpo negro perfeito em termodinâmica. No entanto, atualmente existe a teoria da radiação Hawking, a qual prevê que os buracos negros não são realmente negros, bem como que emitem radiação devido a efeitos quânticos, tais como flutuações quânticas.
O cenário era a sala da turma B do 1.º ano. A protagonista, a mãe de um dos alunos. A finalidade, a leitura dramatizada de um livro do escritor António Mota: Se eu fosse muito pequenino.
Posteriormente, os alunos soltaram a sua imaginação e criaram frases que transformaram em marcadores de livros, a que deram cor.
No dia 14 de março, teve lugar a fase distrital do desafio Literacia 3 di.
Assim, os alunos do nosso agrupamento que, após a participação na fase concelhia, foram selecionados deslocaram-se à cidade da Guarda para realizarem as provas da fase distrital.
Ei-los exibindo orgulhosamente o diploma de participação.
A História registou o nome do descobridor inglês James Cook como o autor da descoberta da Austrália, no entanto esta teoria tem sido posta em causa diversas vezes.
De facto, a maioria dos historiadores sustenta que essa descoberta ocorreu em 1606 com a viagem do navegador holandês Willem Janszoon, a bordo do Duyfken, no entanto a mesma foi já reclamada pelos chineses, espanhóis, franceses e, até, para os Fenícios.
Recentemente, o historiador australiano Peter Trickett defendeu outra perspetiva, segundo a qual o feito foi cometido pelos Portugueses. De acordo com a agência de notícias Reuters, foi encontrado um novo mapa que prova que não foram os ingleses nem os holandeses que descobriram esse país distante, mas navegadores portugueses. O referido mapa, descoberto numa biblioteca da cidade de Los Angeles, datado do século XVI e escrito em português, contém referências e informações pertinentes sobre o assunto, provando que foram marinheiros lusos os primeiros europeus a chegar à Austrália.
A notícia, em detalhe, pode ser encontrada aqui [notícia].