Agora que ouviste a história do pequenino rato que percorre a floresta e cria a história de uma figura assustadora chamada Grufalão, para se proteger dos seus predadores, diverte-te com estas atividades:
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Este blog pertence à BE/CRE do Agrupamento de Escolas de Figueira de Castelo Rodrigo...
Agora que ouviste a história do pequenino rato que percorre a floresta e cria a história de uma figura assustadora chamada Grufalão, para se proteger dos seus predadores, diverte-te com estas atividades:
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Projeto Escola a Ler
Agora que lemos o livro, vamos lá resolver estas atividades:
1.º ano:
2.º, 3.º e 4.º ano
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| Trabalhos do 2.º B |
Pebbling é um fenómeno de interação social que envolve o ato de partilhar memes, reels, vídeos curtos do TikTok ou qualquer outro tipo de conteúdo digital como uma forma de criar conexão emocional e social. O termo inspira-se no comportamento dos pinguins Gentoo, que presenteiam potenciais parceiros com pedras polidas como gesto de interesse e carinho. Da mesma forma, as pessoas escolhem cuidadosamente conteúdos digitais engraçados, emocionantes ou significativos para partilhar com aqueles de quem gostam, estabelecendo uma ligação subtil mas eficaz.
O pebbling é uma prática cada vez mais alargada, especialmente entre os mais jovens. Estudos recentes e análises culturais indicam que o envio de memes e vídeos curtos se tornou uma forma dominante de comunicação, sobretudo em plataformas como Instagram, TikTok, WhatsApp e Messenger. Em particular, entre a Geração Z e os Millennials, o pebbling é uma forma popular de manter o contacto de forma leve e divertida.
A popularidade do pebbling pode ser explicada pelo modo como preenche a necessidade de comunicação rápida e emocional num mundo digitalizado, onde as conversas longas são frequentemente substituídas por interações curtas e frequentes. Contudo, o fenómeno não se limita aos jovens – adultos de várias idades também aderiram à prática, utilizando-a tanto em contextos pessoais como profissionais, como forma de partilhar humor, cultura pop ou até informação útil.
Embora a designação pebbling seja recente, a prática de enviar conteúdos engraçados, emocionantes ou culturais para expressar sentimentos ou manter o contacto já existe há anos. Desde os primeiros memes da internet no início dos anos 2000 até à partilha de vídeos no YouTube e GIFs em mensagens de texto, as pessoas sempre utilizaram o humor e a cultura digital para comunicar.
O que mudou foi a forma como o pebbling se tornou uma norma social e um comportamento consciente. Hoje, as pessoas usam deliberadamente memes e vídeos para transmitir emoções, criar laços sociais ou até flertar, reconhecendo o poder emocional destes pequenos gestos digitais. Esta intencionalidade é o que diferencia o pebbling de práticas anteriores de partilha digital.
Alguns exemplos de utilização
Riscos Associados ao Pebbling
Embora o pebbling seja uma forma eficaz de comunicação e criação de laços, existem alguns riscos que devem ser considerados:
Potencialidade educativa do Pebbling
Apesar dos riscos, o pebbling também possui um enorme potencial educativo quando utilizado de forma consciente e estratégica:
Em conclusão
O pebbling reflete a evolução da comunicação na era digital, mostrando como pequenos gestos digitais podem ter um impacto significativo nas relações humanas e na educação. Embora a prática esteja amplamente disseminada e ofereça novas formas de criar laços emocionais, é essencial equilibrar o seu uso com interações mais profundas e conscientes para evitar riscos como a superficialidade das relações e a sobrecarga digital.
Ao ser utilizado de forma consciente e estratégica, o pebbling pode não só fortalecer laços sociais como também enriquecer a educação, promovendo o pensamento crítico, a literacia digital e a criatividade. Afinal, assim como os pinguins escolhem cuidadosamente as suas pedras, também nós podemos escolher como e quando partilhar as nossas “pedrinhas digitais” para criar ligações significativas.
E para as bibliotecas escolares? Será que esta tendência entre os jovens pode ser utilizada estrategicamente no âmbito dos nossos objetivos pedagógicos? 😉
Voltaremos a este assunto, mas podes começar já a partilhar as tuas sugestões!
(c) RBE
Uma mãe de uma aluna da turma A do 2.º ano deslocou-se à sala da sua educanda para efetuar uma atividade destinada a promover hábitos de leitura junto dos alunos.
Com esta leitura, procurou-se ensinar que cada pessoa possui o seu ritmo e isso não nos deve preocupar, pois todos chegamos ao mesmo sítio, mesmo que de modo diferente.
O conjunto de livros que tem como protagonista Bluey baseia-se numa série de desenhos animados australiana, cujos episódios duram cerca de cinco minutos.
Bluey é uma bebé que está a meio do processo de gatinhar e começar a dar os primeiros passos, uma fase de transição que inqueita os progenitores.
De facto, a nossa pequena heroína podia gatinhar, rebolar e até gatinhar para trás, mas nada disso parece acalmar a mãe, que vive preocupada por a filha não ter dado ainda os primeiros passos.
Finalmente, os pais compreendem que não se trata de uma corrida e que cada bebé tem o seu ritmo de desenvolvimento e crescimento e tudo sucede de forma natural.
Foi esta mensagem que a mãe convidada transmitiu aos alunos com a sua leitura.
Esta página pertence à biblioteca do Agrupamento de Escolas de Figueira de Castelo Rodrigo.
A uma biblioteca escolar pede-se que cumpra, com rigor e excelência, o seu papel de promotora do acesso gratuito à informação, à tecnologia e contribua para o desenvolvimento das diversas competências das diferentes disciplinas que compõem os «curricula» dos alunos.
Deste modo, a sua missão centra-se na resposta aos desafios colocados atualmente às escolas e à Educação, nomeadamente garantindo ambientes de informação e conhecimento, conducentes ao desenvolvimento dos saberes e competências indispensáveis numa sociedade em permanente e acelerada evolução, digital e global.
Assim, a BE do AEFCR pretende contribuir para a construção de uma comunidade culta, informada e inclusiva, fornecendo, igualmente, aos utilizadores, ferramentas indispensáveis ao respeito pelos direitos de todos os cidadãos.
Mãe Leitora
Uma mãe da turma A do 1.º ano deslocou-se à sala de aula da sua educanda para ler este livro,escrito por Patrice Karst. Esse fio não é mais do que o amor que nos une àqueles que amamos. Com esta atividade, procura-se criar, nos petizes, hábitos de leitura
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Voando pela leitura... |
Em baixo, podes ter uma ideia das várias e variadas iniciativas que têm vindo a se desenvolvidas ao longo do ano letivo.
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Mural Os artistas |
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Mural Pintar o Outono |
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Mural Pintar a igualdade |
Atividade de Tricô
Projeto Escola a ler
Leitura Orientada
4.º anos
Nas turmas dos 4.º anos, na biblioteca, foi lido explorado o livro intitulado A água e as águias de Mia Couto. Após a receção da turma, foi dado início à sessão com exploração da capa do livro e posterior leitura e interpretação da história. Por fim, recorrendo aos tablets os alunos resolveram individualmente estas atividades: ordenação de sequências narrativas, quiz e sopa de letras.
A minha escola é uma família
Uma mãe da turma A do 1.º ano deslocou-se à sala de aula da sua educanda para ler este livro, escrito por uma autora e professora do primeiro ciclo norte-americana chamada Shannon Olsen, que apela à união e ao respeito pelo outro.
Esta turma encontra-se a elaborar um livro intitulado O livro da turma 1.º A, tendo por base os ensinamentos veiculados pela leitura e exploração do livro escolhido por esta mãe.
O trabalho já foi iniciado e, como exemplo, deixamos aqui a capa do livro. Quando estiver concluído, publicá-lo-emos neste espaço.