O poeta sueco Tomas Tranströmer é o Prémio Nobel da Literatura de 2011.
Psicólogo e tradutor, Tranströmer nasceu em Estocolmo a 15 de abril de 1931. Traduzido em mais de trinta línguas, foi acometido por um AVC em 1990 que o deixou afásico e hemiplégico, o que não impediu que prosseguisse a sua carreira, tendo publicado três obras após o incidente.
O Nobel da Literatura deste ano tem uma valor acrescido, decorrente do facto de a poesia não ser contemplada com o galardão máximo desde o já distante ano de 1996.
Dentre as razões que a Academia sueca aduziu para justificar a atribuição do prémio, destacam-se as «suas imagens translúcidas e condensadas», através das quais o poeta dá «um novo sentido à realidade».
Este blog pertence à BE/CRE do Agrupamento de Escolas de Figueira de Castelo Rodrigo...
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
A imagem da República
A imagem da República foi adotada como seu símbolo na sequência da implantação do novo regime, a 5 de Outubro de 1910.
A imagem foi representada de várias formas, seguindo o modelo genérico da Liberdade de Eugéne Delacroix, ganhando individualidade através das cores vermelha e verde das suas roupas, correspondendo às cores da nova bandeira nacional.
O trabalho seguinte, realizado por alunos, desvenda o significado da imagem.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Dia da Poupança
Dia da Poupança
(31 de Outubro)
É importante não gastarmos todo o dinheiro que nos dão, porque um dia podemos precisar dele para comprar algo de que gostemos muito. Se aprendermos a poupar, teremos sempre dinheiro disponível para as nossas coisas.
Podemos arranjar um mealheiro e juntar todo o dinheiro que não gastamos e que nos dão. Quando estiver cheio, veremos que conseguimos guardar muito dinheiro.
Depois podemos pedir aos nossos pais que abram uma conta para nós num banco, onde o nosso dinheiro vai ficar guardado até o podermos ou querermos gastar.
Mas poupar não se refere apenas ao dinheiro que juntamos. Refere-se também ao facto de não gastarmos inutilmente os recursos.
Depois podemos pedir aos nossos pais que abram uma conta para nós num banco, onde o nosso dinheiro vai ficar guardado até o podermos ou querermos gastar.
Mas poupar não se refere apenas ao dinheiro que juntamos. Refere-se também ao facto de não gastarmos inutilmente os recursos.
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Provérbios populares
- “Grão a grão enche a galinha o papo.”
- “Quem come e não conta, errada lhe vai a conta.”
- "No poupar é que está o ganho."
- "Poupa nos tostões, terás milhões."
- "O dinheiro é como o tempo: não o percam e chegará."
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
"Pangeia, Sala do Exame Privado e a Tacanhez de um Tempo!"
«A Âncora Editora, a Câmara Municipal da Guarda e o Centro de Estudos Ibéricos (CEI) têm o prazer de convidar V. Ex.ª para a sessão de apresentação do livro Pangeia, Sala do Exame Privado e a Tacanhez de um Tempo!, de Jaime Alberto do Couto Ferreira.
O evento terá início com a inauguração da exposição «Espécimes de Divodignos», de Jaime, e com a leitura de excertos da obra pelo Dr. Américo Rodrigues. O livro será apresentado por Dr. António José Dias de Almeida, Dr. José Manuel Mota da Romana e Dr. José Vitória.
A sessão terá lugar no próximo dia 4 de Outubro, terça-feira, pelas 18:00 horas, na Sala Tempo e Poesia, Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, Rua Soeiro Viegas, n.º 10, Guarda.»
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Acentuação
1. Supressão do acento
O acento é suprimido nos seguintes casos:
. palavras graves com ditongo tónico ói (ói > oi):
- bóia > boia
- heróico > heroico
. formas verbais graves terminadas em -êem da 3.ª pessoa do plural do
presente do indicativo ou do conjuntivo (êem > eem):
- crêem > creem
- vêem > veem
- lêem > leem
. formas verbais dos verbos arguir e redarguir com acento agudo no u
tónico no presente do indicatrivo e do conjuntivo (ú > u):
- argúis > arguis
- argúem > arguem
2. Acento diferencial
4. Trema
O trema continua a ser usado em palavras de origem estrangeira e suas derivadas:
- naïf;
- Michaëlis;
- Müller;
- mülleriano.
O acento é suprimido nos seguintes casos:
. palavras graves com ditongo tónico ói (ói > oi):
- bóia > boia
- heróico > heroico
. formas verbais graves terminadas em -êem da 3.ª pessoa do plural do
presente do indicativo ou do conjuntivo (êem > eem):
- crêem > creem
- vêem > veem
- lêem > leem
. formas verbais dos verbos arguir e redarguir com acento agudo no u
tónico no presente do indicatrivo e do conjuntivo (ú > u):
- argúis > arguis
- argúem > arguem
2. Acento diferencial
Os acentos agudos ou circunflexos deixam de ser usados para diferenciar palavras graves homógrafas. A distinção passara a ser estabelecida pelo contexto em que são usadas.
. pára (verbo parar) > para
para (preposição)
. péla (verbo pelar) > pela
pela (preposição)
. pélo (verbo pelar) > pelo
pêlo (nome) > pelo
pelo (contração da preposição por com o artigo o)
. pólo (nome) > polo
polo (contração)
. pêra (nome) > pera
pera (preposição)
. pêro (nome) > pero
pero (conjunção)
Existem duas exceções a esta regra:
. pôr (infinitivo) mantém o acento para se distinguir da preposição por;
. pôde (3.ª pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo) que
para se diferenciar da forma pode (3.ª pessoa do singular do presente
do indicativo.
3. Uso facultativo do acento
O Acordo Ortográfico estabelece diversos casos de dupla acentuação:
- formas verbais terminadas em -ámos da 1.ª pessoa do plural do pretérito perfeito do indicativo dos verbos da 1.ª conjugação: (nós) cantámos ou contamos;
- forma verbal grave da 1.ª pessoa do plural do presente do conjuntivo do verbo dar: dêmos ou demos;
- nome feminino forma com sentido de molde ou recipiente: forma ou fôrma;
- verbos terminados em -guar, -quar ou -quir apresentam dupla grafia: o ú tónico sem acento gráfico ou as vogais tónicas a e i do radical acentuadas tónica e graficamente: averiguo ou averíguo.
4. Trema
O trema continua a ser usado em palavras de origem estrangeira e suas derivadas:
- naïf;
- Michaëlis;
- Müller;
- mülleriano.
Consoantes mudas
1. Eliminações
As consoantes mudas c e p são eliminadas em todas as palavras onde não são pronunciadas.
As consoantes mudas c e p são eliminadas em todas as palavras onde não são pronunciadas.
cc => c
accionar => acionar
coleccionar => colecionar
leccionar => lecionar
seleccionar => selecionar
Nos casos em que a consoante é pronunciada, ela mantém-se: ficcional, occitânico.
cç => ç
acção => ação
colecção => coleção
direcção => direção
objecção => objeção
selecção => seleção
Nos casos em que a consoante é pronunciada, mantém-se: convicção, ficção, sucção.
ct => t
actual => atual
directo => direto
electricidade => eletricidade
objectivo => objetivo
projecto => projeto
Nos casos em que a consoante é pronunciada, mantém-se: bactéria, compacto, pacto.
pc => c
concepcional => concecional
decepcionar => dececionar
excepcional => excecional
recepcionista => rececionista
Nos casos em que a consoante é pronunciada, mantém-se: egípcio, núpcias, opcional.
pç => ç
acepção => aceção
adopção => adoção
decepção => deceção
excepção => exceção
recepção => receção
Nos casos em que a consoante é pronunciada, mantém-se: corrupção, erupção, opção.
pt => t
adoptar => adotar
baptizar => batizar
contraceptivo => contracetivo
Egipto => Egito
óptimo => ótimo
Nos casos em que a consoante é pronunciada, mantém-se: apto, eucalipto, rapto.
Nas sequências interiores mpc, mpç e mpt, quando o p desaparece, o m passa a n, escrevendo-se nc, nç e nt respetivamente:
assumpcionista => assuncionista
assumpção => assunção
sumptuoso => suntuoso
2. Dupla grafia
Determinadas palavras apresentam duas grafias em resultado de oscilações na pronúncia de certas sequências consonânticas interiores.
cc ou c
infeccioso ou infecioso
cç ou c
intersecção ou interseção
ct ou c
característica ou caraterística
pc ou c
d
pç ou ç
d
pt ou t
apocalíptico ou apocalítico
leccionar => lecionar
seleccionar => selecionar
Nos casos em que a consoante é pronunciada, ela mantém-se: ficcional, occitânico.
cç => ç
acção => ação
colecção => coleção
direcção => direção
objecção => objeção
selecção => seleção
Nos casos em que a consoante é pronunciada, mantém-se: convicção, ficção, sucção.
ct => t
actual => atual
directo => direto
electricidade => eletricidade
objectivo => objetivo
projecto => projeto
Nos casos em que a consoante é pronunciada, mantém-se: bactéria, compacto, pacto.
pc => c
concepcional => concecional
decepcionar => dececionar
excepcional => excecional
recepcionista => rececionista
Nos casos em que a consoante é pronunciada, mantém-se: egípcio, núpcias, opcional.
pç => ç
acepção => aceção
adopção => adoção
decepção => deceção
excepção => exceção
recepção => receção
Nos casos em que a consoante é pronunciada, mantém-se: corrupção, erupção, opção.
pt => t
adoptar => adotar
baptizar => batizar
contraceptivo => contracetivo
Egipto => Egito
óptimo => ótimo
Nos casos em que a consoante é pronunciada, mantém-se: apto, eucalipto, rapto.
Nas sequências interiores mpc, mpç e mpt, quando o p desaparece, o m passa a n, escrevendo-se nc, nç e nt respetivamente:
assumpcionista => assuncionista
assumpção => assunção
sumptuoso => suntuoso
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2. Dupla grafia
Determinadas palavras apresentam duas grafias em resultado de oscilações na pronúncia de certas sequências consonânticas interiores.
cc ou c
infeccioso ou infecioso
cç ou c
intersecção ou interseção
ct ou c
característica ou caraterística
pc ou c
d
pç ou ç
d
pt ou t
apocalíptico ou apocalítico
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
"Os Livros Fazem-se de Sonhos"
O passatempo "Os Livros Fazem-se de Sonhos...", promovido pela Civilização Editora, é dirigido aos alunos do 1.º ao 9.º ano de escolaridade.
Para participarem, os alunos deverão escrever uma história baseada num sonho. Posteriormente, as duas histórias mais criativas receberão os livros Civilização Editora que integram a listagem do Plano Nacional de Leitura. Por outro lado, todas as escolas participantes serão agraciadas com a oferta de um livro daquela editora que faça parte da mesma lista.
O passatempo decorrerá entre os dias 15 de setembro e 30 de dezembro de 2011.
O regulamento pode ser consultado no seguinte endereço:
http://www.civilizacao.pt/campanhas/pnl2011/form_escolas.aspx.
Etiquetas:
1.º ciclo,
2.º ciclo,
3.º ciclo,
Concursos,
Plano Nacional de Leitura
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Uso da maiúscula e da minúscula
1. Uso da maiúscula
São obrigatoriamente escritas com letra maiúscula inicial os pontos cardeais ou equivalentes quando são empregados absolutamente e nas correspondentes abreviaturas:
. Sul;
. Nordeste.
2. Uso da minúscula
Passam a ser grafados obrigatoriamente com letra minúscula inicial:
» os meses do ano:
janeiro, fevereiro, março, abril, maio, junho, julho, agosto,
setembro, outubro, novembro, dezembro;
» as estações do ano:
primavera, verão, outono, inverno;
» os pontos cardeais ou equivalentes, exceto quando estes nomes
designam uma região e nos casos em que se utilizam as respetivas
abreviaturas:
norte, sul, este, oeste, nordeste, sudeste, sudoeste;
» designações usadas para mencionar alguém cujo nome se desconhece:
fulano, sicrano, beltrano.
3. Uso facultativo
O emprego da maiúscula ou minúscula é facultativo nos seguintes casos:
a) domínios do saber, cursos e disciplinas:
Português ou português
História ou história
Latim ou latim
b) nomes de lugares públicos, monumentos e edifícios:
Rua do Volta Atrás ou rua do Volta Atrás
Igreja do Bonfim ou igreja do Bonfim
palácio da Justiça ou Palácio da Justiça
c) hagiónimos (nomes sagrados):
santo António ou Santo António
d) títulos de livros ou obras equiparadas (bibliónimos), sendo o
primeiro elemento e os nomes próprios escritos obrigatoriamente
com maiúscula inicial:
Memorial do Convento ou Memorial do convento
2. Uso da minúscula
Passam a ser grafados obrigatoriamente com letra minúscula inicial:
» os meses do ano:
janeiro, fevereiro, março, abril, maio, junho, julho, agosto,
setembro, outubro, novembro, dezembro;
» as estações do ano:
primavera, verão, outono, inverno;
» os pontos cardeais ou equivalentes, exceto quando estes nomes
designam uma região e nos casos em que se utilizam as respetivas
abreviaturas:
norte, sul, este, oeste, nordeste, sudeste, sudoeste;
» designações usadas para mencionar alguém cujo nome se desconhece:
fulano, sicrano, beltrano.
3. Uso facultativo
O emprego da maiúscula ou minúscula é facultativo nos seguintes casos:
a) domínios do saber, cursos e disciplinas:
Português ou português
História ou história
Latim ou latim
b) nomes de lugares públicos, monumentos e edifícios:
Rua do Volta Atrás ou rua do Volta Atrás
Igreja do Bonfim ou igreja do Bonfim
palácio da Justiça ou Palácio da Justiça
c) hagiónimos (nomes sagrados):
santo António ou Santo António
d) títulos de livros ou obras equiparadas (bibliónimos), sendo o
primeiro elemento e os nomes próprios escritos obrigatoriamente
com maiúscula inicial:
Memorial do Convento ou Memorial do convento
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