quarta-feira, 11 de julho de 2012

Dicionário de personagens da obra de Saramago

     No próximo dia 13 do presente mês, no auditório da Casa dos Bicos, em Lisboa, pelas doze horas, será apresentado o Dicionário de personagens da obra de José Saramago, pela própria autora, a académica brasileira Salma Ferraz.

     A obra, que reúne 354 personagens dos diversos romances saramaguianos,  foi elaborada ao longo dos últimos quinze anos e contou com a contribuição de quinze colaboradores e sessenta e oito investigadores.

     Salma Ferraz é professora associada de Literatura Portuguesa na Universidade Federal de Santa Catarina, em Florianópolis e doutorou-se com uma tese intitulada As faces de Deus na obra de um ateu: José Saramago.

terça-feira, 10 de julho de 2012

10 sítios para fazer animações


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Os encarregados de educação leem na escola


A Equipa, no início do ano, solicitou aos diretores de turma dos 2.º e 3.º ciclos, bem como aos docentes do 1.º ciclo, que sondassem os encarregados de educação acerca da sua disponibilidade para participarem em atividades dinamizadas pela BE.
            Com o intuito de envolver os encarregados de educação que manifestaram a sua disponibilidade para colaborarem com a BE, foi planificada uma atividade de leitura para as turmas A e D do quinto ano e A do 7.º Ano que se realizou numa aula de Atividades de Acompanhamento ao Estudo.
            Nos quintos anos, as encarregadas de educação leram a fábula A cegonha e a tartaruga presente no livro intitulado Três fábulas de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada. De seguida, após um debate com os alunos para se descodificar a mensagem do texto, os mesmos visionaram o filme intitulado A Fantastic Flying (http://www.youtube.com/watch?v=rNjtZ5V4P-c). Além disso, relacionaram, através de diálogo, a mensagem da fábula com a do filme e, por fim, escreveram mensagens no blogue, no post intitulado O muro.


            Na turma do sétimo ano, a atividade iniciou-se com a apresentação de Vergílio Ferreira por uma das discentes da turma. De seguida, a encarregada de educação leu o conto Uma esplanda sobre o mar, do referido autor. Depois de interpretado o conto, os alunos relacionaram a sua mensagem com os poemas A Vida, de João de Deus, e Poema da minha esperança, de Sebastião da Gama. Por fim, visionaram e comentaram o mesmo filme visualizado pelos alunos dos 5.º anos.

            Na turma A do 4.º ano da EB1, a EE leu o texto “Porque é salgado o mar” e, de seguida, os alunos recontaram-no através de rimas.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Republicação da obra de Eugénio de Andrade


     A editora Assírio & Alvim iniciará, a partir do próximo mês de agosto, a republicação da obra de Eugénio de Andrade, ao ritmo de quatro ou cinco obras por ano.

Abecedário maluco (VIII)

A é a Andreia
que gosta de comer areia.

B é o Bruno,
que foge de um vagabundo.

C é a Catarina
a fugir de uma vacina.

D é o Daniel,
que pinta com um pincel.

E é a Edgar
a fugir do radar.

F é a Fabiana,
que foge de uma banana.

G é o Gilberto,
que é pouco esperto.

H é o Hugo,
que gosta de comer refugo.

I é a Iara,
que foge de uma vara.

J é o João,
que caiu no caldeirão.

L é o Libório,
que assaltou o laboratório.

M é a Maria,
que come pão na pia.

N é o Norberto,
que namora com o Roberto.

O é a Olívia,
que gostava de ir à Bolívia.

P é o Pauleta,
que conduz uma motoreta.

Q é o Quaresma,
que corre como uma lesma.

R é o Rafael,
que escreve no papel.

S é a Sabrina,
que vive em Coimbra.

T é a Tatiana,
que dorme debaixo da cama.

U é a Urbana,
que vive numa cabana.

V é a Vivi,
que procura um álibi.

X é o Xavier,
que bate na mulher.

Z é a Zita,
que dá de comer à pita.

Inês Sofia

14 aplicações para criar e partilhar apresentações

sábado, 7 de julho de 2012

Papertoys

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quinta-feira, 21 de junho de 2012

A invenção do LIVRO e do E-BOOK

terça-feira, 19 de junho de 2012

Correção da prova de Língua Portuguesa - 6.º ano

Grupo I

Parte I

1.1. saltita com a leveza de uma ave.

1.2. descobriu, no cimo da encosta, uma flor ressequida.

1.3. abrira as grandes pétalas perfumadas.

2. O menino fica indeciso se deve prosseguir o seu caminho porque, dali para a frente, era território desconhecido, onde nunca tinha ido.

3. A frase que mostra o sentimento despertado pela descoberta no menino é a seguinte: «Oh que feliz ia o menino!».

4. A repetição da palavra «andou» sugere que o menino caminhou durante muito tempo.

5. O menino teve de vencer os seguintes obstáculos:
  1. Não possuía água para regar a planta, por isso teve de a procurar longe;
  2. Teve de descer e subir a montanha inúmeras vezes - teve de fazer inúmeras viagens;
  3. Teve de transportar a água nas mãos;
  4. Os seus pés sangraram, pois não tinha sapatos;
  5. Tinha as mãos pequenas;
  6. Estava cansado.
6. Resposta de concordância, pois salvou uma flor de morrer à sede (proteção da natureza...).


Parte B

7. 
     a) 1
     b) 3
     c) 2

8.1.  jorra de uma nascente e corre em grande quantidade.

8.2. sem prestar esclarecimento.


Grupo II

1. Superlativo relativo de superioridade.

2. «Esta»:
          - classe: determinante (antecede o nome «rosa»);
          - subclasse: demonstrativo.

3.
     - O menino queria uma flor.
     - Tiago, por que motivo não atravessaste tu o rio?
     - Nós faremos todo este trabalho novamente.
     - João,  o teu resumo.

4. «o menino»

5.1. O menino subiu-a apressadamente.

5.2. A criança deu-lhes uma flor.

6. O menino saiu do acampamento e percorreu o caminho até à clareira mais próxima. Então, como o sol era muito intenso, decidiu que seria melhor esperar pelo cair da tarde.
     A manhã passara depressa e devia regressar ao acampamento, mas preferiu ir até ao rio para se refrescar. O calor já apertava, portanto caminhou pela sombra das árvores até à margem, para se resguardar do sol abrasador.

As 'fontes de estudo' dos alunos

Fonte: Mashable

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Anatomia do leitor

Roubado à BiblioTeia

Exame de Língua Portuguesa - 9.º ano - Correção

I

Parte A

1. E - D - A - G - F - C - B

2.1. B

2.2. A

2.3. D

2.4. C

3. D



Parte B

4. - A primeira vez que a nau entrava na água.
    - Era para eles uma festa; celebravam engalanando a nau e bebendo vinho em sua honra.

5.
     - Personagens: os que estão prestes a partir.
     - Tentavam parecer despreocupados, mas estavam emocionados, com vontade de chorar, daí o brilho dos olhos, e estavam com dificuldade em falar («embargo de fala»).

6. O contraste é estabelecido através dos vocábulos «silêncio» e «tagarelado», que expressa a dupla reação das pessoas. Umas vinham muito tristes, por isso em silêncio, como se viessem de um funeral, enquanto outras conversavam, animados, como se viessem de uma romaria.

7.
     1) «já não se avistava a armada quando as pessoas saíram da praia, como se refere no último período»;
     2) «o mosteiro era recente e formoso».

8.
     Semelhanças:
          - missão para preparação das almas e procissão pelo areal / a partida da armada;
          - o choro das mães, esposas e filhos.

     Diferenças:
          - a presença do rei;
          - a missa foi no mosteiro e não na ermida da Sr.ª de Belém;
          - o narrador de Os Lusíadas parte com a armada, enquanto o do texto B
             não, apenas assiste.

9.A.
     - Espaço: cais de embarque.
     - Destino: Inferno.
     - Intenção do Diabo: desmascarar / criticar / troçar da personagem, através da ironia.
     - Duplo sentido da palavra: refere-se às formas (à profissão, portanto) e aos pecados (= condenação).
     - Razão: morreu confessado e comungado.
     - Argumentos:
          - morreu excomungado e não o quis dizer;
          - roubou o povo com o seu ofício;
          - não fez uma confissão bem feita.
     - Intenção crítica:
          - aos que roubam;
          - a corrupção / dissolução dos costumes.

9.B.
     - Personagens: Lemos
     - Peça de vestuário: o sombreiro (o chapéu).
     - Opinião da Moça: considera-o vadio.
     - Razão: soube que o marido da Ama estava ausente.
     - Modo como a personagem se dirige à Ama: com cortesia, tentando cativá-la, seduzi-la.
     - Intenção da Ama: ridicularizar e denunciar a personagem.
     - Intenção crítica:
          - a vadiagem;
          - os homens que se tentavam aproveitar das mulheres que ficavam sós;
          - o adultério;
          - os maridos que abandonavam a esposa / a família por ambição / materialismo;
          - a corrupção / dissolução dos costumes.



II

1. O dicionário terá sido consultado pelos alunos?

2.
     A - 3
     B - 5
     C - 6
     D - 1
     E - 7

3. Consultá-lo-emos.

4. Tenha trazido:
     - forma do verbo «trazer»;
     - pretérito perfeito composto do conjuntivo;
     - terceira pessoa do singular.

5.1. D

5.2. B



III

. Introdução:
     - As palavras fazem parte do nosso quotidiano;
     - Usamo-las para comunicar, pensar, interpretar o mundo, expressar emoções...

. Desenvolvimento:
     - Vantagens:
          . possuir um vocabulário variado e mais rico;
          . compreender melhor enunciados escritos e orais;
          . expressar-se corretamente em diferentes contextos comunicacionais;
          . forma mais eficaz de exprimir emoções, sentidos, etc., devido à profundidade do vocabulário.

. Conclusão:
     - Aquisição de novas palavras conduz ao entiquecimento linguístico, cultural;
     - Proporciona novas visões / interpretações do quotidiano e do mundo em que vivemos.

domingo, 17 de junho de 2012

Animação em papel: 'A macieira'

Abecedário maluco (VII)

A é a Andreia,
que gosta de comer areia.

B é o Bruno,
que foge de um vagabundo.

C é a Catarina,
a fugir de uma vacina.

D é o Daniel,
que pinta com um pincel.

E é o Edgar,
que gosta de apanhar.

F é a Fabiana,
que foge de uma banana.

G é o Gilberto,
que é muito esperto.

I é a Iara,
que foge de uma vara.

J é o João,
que caiu no caldeirão.

L é o Libório,
que é um grande finório.

M é a Maria,
que come pão na pia.

N é o Norberto,
que é vizinho do Roberto.

O é a Olívia,
que quer ir à Bolívia.

P é o Pauleta,
que conduz uma motoreta.

Q é o Quaresma,
que corre como uma lesma.

R é o Rafael,
que risca o papel.

S é a Sabrina,
que vive em Coimbra.

T é a Tatiana,
que dorme com o marido debaixo da cama.

U é a Urbana,
que come uma banana.

V é a Vivi,
que inventou um alibi.

X é o Xavier,
que bate na mulher.

Z é a Zita,
que dá de comer à pita.

Beatriz Rainho

Abecedário maluco (VI)

A é a Andreia,
que gosta de comer areia.

B é o Bernardo,
que picou o rabo num cardo.

C é a Catarina,
a fugir de uma vacina.

D é o Daniel,
que gosta de comer melo.

E é o Edgar,
que gosta de gritar.

G é o Guilherme,
que é um germe.

H é o Hilário,
que gosta de bater no Mário.

I é a Isabel,
que morreu a andar de carrossel.

J é o João,
que mordeu o cão.

K é o Kaly,
que vo apor ali.

L é a Luísa,
que roubou a Mona Lisa.

M é o Miguel,
que ficou cheio de mel.

N é o Nuno,
que joga muito UNO.

P é o Portas,
que vende motas.

Q é o Quaresma,
que é uma lesma.

R é o Rafael,
que gosta de comer papel.

U é a Urbana,
que tem uma cama.

V é a Vera,
que dormiu com uma pantera.

W é o Wilson,
que é irmão do Nelson.

Y é o Yannick,
que joga no Bayern Munique.

X é o Xavier,
que matou a mulher.

Z é o Zé,
que tem cara de chimpanzé.

Vlad