Meu Pé de Laranja Lima
Secundário
Este blog pertence à BE/CRE do Agrupamento de Escolas de Figueira de Castelo Rodrigo...
Meu Pé de Laranja Lima
Secundário
Os alunos terão de realizar quatro exames nacionais para se candidatarem ao ensino superior, sendo Português obrigatório e as três provas restantes definidas pelas instituições de ensino para onde pretendem ir, revelou o ministério.
O projeto de acesso ao ensino superior está na sua fase final e será aplicado de "forma muito progressiva" sem "perturbar as escolas, os alunos nem as famílias", disse o secretário de estado do Ensino Superior, Pedro Teixeira, em declarações à agência Lusa.
Este ano, o modelo de acesso irá manter-se inalterado, continuando a vigorar as regras que foram definidas durante a covid-19.
A única medida da pandemia que se irá manter para os próximos anos é o fim da obrigatoriedade dos exames para certificar a conclusão do ensino secundário, sendo exigidos apenas a quem queira ingressar no superior.
A novidade é que todos os alunos que queiram continuar os estudos terão de fazer a prova de Português que, segundo o secretário de Estado, é "o candidato natural" para avaliar a formação geral dos alunos: “É uma disciplina absolutamente nuclear que acompanha os estudantes ao longo de todo o seu processo de formação no ensino básico e secundário e que, aliás, é regra na generalidade dos países que têm sistemas de exames”.
Segundo o governante, este exame não será realizado pelos alunos que este ano estão no 12.º ano, mas ainda está em análise a hipótese de vir a ser pedido no próximo ano letivo aos estudantes que agora estão no 11.º ano.
Além de Português, os alunos terão de realizar, pelo menos, outros três exames nacionais que serão definidos pelas instituições de ensino superior para acesso a cada curso, explicou.
O secretário de Estado garantiu que estas novas medidas serão aplicadas de forma gradual: "Não faz sentido que a um estudante que está este ano no 11.º ano lhe seja pedido, quando está no 12.ºano, um exame do 11.º ano, se este ano eles não foram exigidos".
Pedro Teixeira explicou que existem aspetos que "poderão ser introduzidos sem grande dificuldade já este ano ou em 2024 e outros em 2025".
Uma das medidas que será introduzida já este ano será a antecipação da divulgação do despacho de vagas de acesso ao ensino superior assim como da divulgação dos resultados das três fases de acesso, para que todos os alunos possam começar as aulas na mesma altura.
Outra das novidades, que não irá entrar já em vigor, poderá ser o aumento do peso dos exames nacionais.
Havia instituições onde os exames nacionais podiam ter um peso de cerca de 45% e a ideia é subir para um mínimo de 50% e um máximo de 60 para 65%, no sentido de reforçar um bocadinho aqui o peso dos exames, explicou.
O secretário de Estado defendeu que os exames têm um "papel regulador e introdutor de alguma comparabilidade, alguma justiça social", uma vez que estão a concorrer alunos de todo o país e todo o tipo de escolas, onde as avaliações podem ser muito dispares: “O que nós observamos é que nas disciplinas em que há exame, o comportamento padrão das notas é mais próximo entre si, quer entre diferentes regiões do país que quer entre escolas públicas e privadas”.
De seguida, foi ouvida a canção intitulada Frágil, de Sting, interpretada em português. Ouvida a canção, os alunos foram desafiados a preencher um texto lacunar e, por fim, foi feita a exploração da mensagem veiculada pela mesma.
Ler é muito importante, porque interfere em diversas áreas do nosso cérebro e do nosso desenvolvimento.
Neste contexto, a turma do 7.º B, na disciplina de Português, requisitou, na biblioteca, diversos livros, participando deste modo o projeto Escola a ler, nomeadamente na ação Vou levar-te comigo.
Posteriormente, os alunos partilharam a leitura de excertos com os colegas na sala de aula.
Outono
Após a leitura, foram executados trabalhos de expressão plástica, para concretizar mais uma atividade de leitura orientada no âmbito do Projeto Escola a Ler.
A lagartinha muito comilona é uma obra da autoria de Eric Carle e conta a história de uma pequena lagartinha que, numa bela manhã de domingo, estava tranquilamente no interior do ovo quando este subitamente eclodiu.
Saber falar bem com os outros, expressar ideias, opiniões e pontos de vista, fundamentá-los adequadamente é extremamente importante no contexto da vida contemporânea, cada vez mais relacionais.
Relembramos que esta iniciativa, da qual se assinala o vigésimo quinto aniversário, foi criada por iniciativa do então Ministro da Ciência, José Mariano Gago, em homenagem ao divulgador de ciência, professor e poeta Rómulo de Carvalho, que nasceu nesta data. A biografia do autor foi divulgada em formato QR CODE.
No final, resolveram um questionário de verificação de leitura criado pela professora bibliotecária, em colaboração com a docente de Português, usando o Google Forms.
O resultado da atividade pode ser visto nas imagens aqui reproduzidas e que atestam também como é possível usar os meios tecnológicos mais básicos hoje ao nosso dispor para promover uma competência fundamental como é a leitura.
As turmas do 1.º ciclo da Vermiosa, Reigada e Escalhão e as do terceiro ano da EB1 de Figueira de Castelo Rodrigo deslocaram-se à biblioteca para concretizar uma atividade de leitura orientada, no âmbito do Projeto Escola a Ler.
A escolha do livro recaiu sobre O Mercador de Coisa Nenhuma, de António Torrado. Como pré-leitura, foi indicado no mapa o local onde decorre a ação, bem como apresentadas algumas imagens com elementos que caracterizam o Egito e, ainda, a biografia do autor.
Depois de explorados os elementos presentes na capa do livro, a professora bibliotecária efetuou a leitura, mantendo um diálogo permanente com a turma, de modo a assegurar a compreensão do texto e a adesão e participação de todos os alunos. No final, foi frisada a mensagem veiculada pela história lida.
Posteriormente, acedendo ao blogue da biblioteca, os alunos resolveram exercícios de compreensão, de escrita e lúdicos, criados nas aplicações Educaplay e Learningapps, enquanto na sala de aula, com as docentes titulares de turma, resolveram uma atividade de pesquisa sobre o autor, orientada pela professora bibliotecária.
A propósitos da comemoração do Dia Mundial dos Direitos das Crianças, as professoras da Vermiosa, Lourdes Farias e Sandra Galvão, docentes do pré-escolar e 1.º ciclo respetivamente, em colaboração com a terapeuta da fala, Gabriela Quadrado, efetuaram a leitura e exploração do livro O mundo de todas as cores, de Luísa Ducla Soares.
A atividade inseriu-se na comemoração do Dia Mundial dos Direitos das Crianças e as suas promotoras procuraram ensinar aos alunos que, enquanto crianças, têm direitos.