quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Oferta: "O Silêncio das Palavras" - António Fonseca

          O nosso prezado antigo aluno António Fonseca ofereceu-nos hoje a sua obra, intitulada O Silêncio das Palavras, editada pela CORPOS Editora.

          Prometemos mais notícias sobre o autor e a obra para uma das próximas edições do jornal da escola - Impressões -, mas para já deixamos aqui algumas das composições que nele se podem encontrar.


                                     Ser

                                                           O que Sou
                                                           Não sei
                                                           Ninguém me diz,
                                                           O que Eu queria
                                                           Era apenas                               
                                                           Ser Feliz.
                                                           Ser Feliz                        Doce, doçura
 Ao Teu lado                    Suave ternura
 Se possível,                    Dos teus cabelos.
 Porque viver                    Louros, dourados
 Sem Ti                           Só posso vê-los,
 É impossível.                  Nunca tocá-los.
                                      Doce queixume
                                      Destes meus olhos
                                      Amargurados.

Centenário da República

          Comemorou-se ontem, 5 de Outubro, o Centenário da República em Portugal.

          Dando seguimento a um conjunto de iniciativas, destinadas à rememoração da efeméride, que se iniciou no passado ano lectivo, com destaque para a Conferência «República e Republicanismo: Ideais e Práticas» e para uma exposição a preto e branco alusiva ao tema, o grupo disciplinar de História idealizou nova exposição que focou diversos aspectos marcantes da data.

          Aqui deixamos algumas imagens da referida exposição:

Dia das Línguas em imagens




quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Desafio Dia Europeu das Línguas - SOLUÇÃO

1 - b - Actualmente, existem na Europa cerca de 225 línguas nativas, que representam cerca de 3% das línguas faladas no planeta.

2 - d - De acordo com dados do ano 2000, existiam no mundo 6809 línguas, faladas em 228 países. Este número inclui 114 línguas gestuais.

3 - a - No ano 2000, o número de falantes de mandarim roçava os 885 milhões.

d - a - O italiano é a língua materna de cerca de 16% da população europeia. O castelhano e o português europeu são a língua materna, respectivamente, de 11% e 3% da União Europeia.

5 - b -

6 - c - O português é falado por cerca de 200 milhões de habitantes, constituindo a terceira língua europeia mais falada no mundo.

7 - a - A maior parte das línguas europeias socorre-se do alfabeto romano. Usam a escrita cirílica o russo e outras línguas eslavas, enquanto o grego,  o arménio, o geórgio e o yiddish possuem os seus próprios dialectos.

8 - c - Este número justifica-se pelo facto de em diversos países europeus existirem línguas minoritárias. Por exemplo, em Portugal existe o mirandês.

9 - a - Na Ásia, falam-se 33% do número total de línguas do mundo.

10 - c - Determinados especialistas afirmam que cerca de metade das línguas mundiais desaparecerá durante o presente século.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Gala Lisboa Ginásio Clube

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Dia Europeu das Línguas

          O Dia Europeu das Línguas foi criado durante o Ano Internacional das Línguas, no ano de 2001.
          Assim, anualmente, o dia 26 de Setembro passou a ser uma forma de juntar as pessoas, através da Europa inteira, na celebração da diversidade linguística, riqueza inestimável da Humanidade.

          Aproveita a caixa de comentários e deixa uma frase que ilustre a importância que tem a aprendizagem das línguas em geral e das línguas estrangeiras em particular.

          Além disso, resolve o desafio que te colocámos na barra lateral deste «blog», adaptado do sítio do Instituto Camões.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Pensamentos

«A Ratoeira», Agatha Christie

A Ratoeira, Agatha Christie (adaptação teatral brasileira)

Escritor do mês (Set. 2010)

           A escritora do mês de Setembro dá pelo nome de Agatha Christie, conhecida em todo o mundo pelos seus romances de mistério / policiais. Nascida Agatha May Clarissa Miller, a 15 de Setembro de 1890, em Devon, Inglaterra, era a mais nova de três filhos de uma família conservadora. Foi educada em casa por uma governanta e tutores, num regime de reclusão imposto pela mãe, não tendo frequentado qualquer escola pública durante muito tempo. Para ocupar o seu imenso tempo livre, a jovem Agatha inventava jogos procurando manter-se ocupada e, por ser bastante tímida, dedicou-se à música primeiro e depois à escrita para se expressar e comunicar.
          Com vinte e quatro anos, contraiu matrimónio com Archibald Christie, um piloto de aviões que participou na Primeira Guerra Mundial. Nesse espaço de tempo, a jovem Agatha ajudou a minorar o sofrimento dos combatentes no papel de enfermeira. Foi durante esse período em que trabalhou num hospital que lhe surgiu a ideia de escrever um romance com um detective como personagem central: Hercule Poirot. A obra demorou cerca de um ano a escrever, mas só foi publicada em 1920. O seu título original é The Mysterious Affair at Styles. Além dessa ocupação, trabalhou igualmente numa farmácia. Terá sido mero acaso o facto de muitos dos seus romances terem como arma do crime o uso de veneno(s)?
          Agatha Christie divorciou-se do primeiro marido em 1928, tendo casado dois anos depois com Sir Max Mallowan, um arqueólogo que conheceu durante uma viagem à Mesopotâmia e que lhe porporcionou, pela sua actividade profissional, a realização de viagens por diversos locais do mundo, alguns bastantes exóticos, que lhe forneceram material precioso para vários dos seus romances.
          Conhecida por «A Rainha do Crime» ou «Duquesa da Morte», escreveu mais de oitenta romances policiais, além de contos, pequenas histórias, dezanove peças de teatro e seis romances sob o pseudónimo de Mary Westmacott. Desde cedo, a sua obra alcançou um enorme sucesso, evidenciado pela tradução dos seus romances em diversas línguas e pelas vendas, que já ultrapassaram os quatro milhares de milhão, sendo apenas superada pela Bíblia e pela obra conjunta de William Shakespeare. Os seus protagonistas, além do já referido Hercule Poirot e do seu fiel amigo Hastings,  são Miss Jane Marple, Parker Pyne, Tommy e Tuppence Beresford, o Superintendente Battle, entre outros.
          Em 1971, foi agraciada com o título de Dama da Ordem do Império Britânico. A morte chegou a 12 de Janeiro de 1976, com a bonita idade de 85 anos, curiosamente a mesma que viu partir a sua filha Rosalind, originária do primeiro casamento.
       

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Boas Férias!!

          Descansem, divirtam-se e recuperem energias para o próximo ano lectivo!
          Boas Férias!
          Voltamos em Setembro!

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Vida de D. Afonso Henriques


          Este filme de animação sobre a figura do nosso primeiro rei, D. Afonso Henriques, foi realizado em Londres e é da autoria de Pedro Lino.
          A obra pode ser visualizada no sítio do Museu de Alberto Sampaio, bem como no Youtube, e integra uma candidatura conjunta da Câmara Municipal de Guimarães e do Instituto dos Museus, subsidiada pelo QREN.

terça-feira, 22 de junho de 2010

LINCE - Conversor para a nova ortografia



Foi lançado, no dia 8 de Junho, pela Ministra da Cultura, um conversor - Lince - que vai ajudar e apoiar a implementação do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Esta ferramenta converte o conteúdo de ficheiros de texto para a grafia neste momento a ser introduzida em vários países do espaço da CPLP. Suporta vários formatos e permite converter em simultâneo um número elevado de ficheiros de qualquer dimensão.
Para saber mais, veja em: http://www.portaldalinguaportuguesa.org/index.php?action=lince

segunda-feira, 7 de junho de 2010

"O meu castelo é melhor que o teu"


          Foi um sucesso a primeira ante estreia mundial de "O MEU CASTELO É MELHOR QUE O TEU", no passado dia 4 em Pinhel. Assim, no próximo dia 11 (sexta-feira) acontecerá em Figueira de Castelo Rodrigo, conforme planeado, a apresentação pública do filme de animação dos alunos de Artes do 10º Ano da Escola Secundária de Pinhel e do 7.º Ano de Figueira de Castelo Rodrigo, feita ao abrigo do Protocolo com a Universidade de Aveiro.
          Assim sendo, convido todos para na próxima sexta feira comparecerem para a apresentação destes dois filmes de animação e o respectivo making of.
          Prometo que vai valer a pena. Saudações animadas!

Prof. Paulo D'Alva

sábado, 5 de junho de 2010

Dia Mundial do Ambiente

O ambiente é algo que nos rodeia, onde nos deslocamos e vivemos.
A Conferência de Estocolmo (1972) conduziu à criação do Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUA) e estimulou a institucionalização de Ministérios do Ambiente que contribuíram, juntamente com os movimentos e pressão da sociedade civil, para políticas ambientais mais coerentes. A Declaração do Rio (1992) viria reconhecer o estatuto e o papel da sociedade civil e das Organizações Não Governamentais (ONG), como por exemplo a Greenpeace, à escala mundial, e a Quercus, à escala local/Portugal, como parceiros sociais incontornáveis. A Cimeira de Joanesburgo (2002) constituiu um estímulo para a acção democrática dos cidadãos, a solidariedade entre os povos e a aproximação Norte-Sul. Nos últimos anos, nos países mais desenvolvidos, tem-se procurado um equilíbrio de forças no desenvolvimento sustentável, (sociedade, economia…) nalguns casos com prevalência do pilar ambiental. No caso das gravuras rupestres de Foz Côa deu-se mais peso ao valor patrimonial histórico (herança).

Em Portugal o ambiente começou a ter alguma relevância logo a seguir à Revolução de Abril de 1974 com a criação da Subsecretaria de Estado do Ambiente pelo primeiro Governo Provisório. A temática do ambiente foi depois consignada na Constituição da República Portuguesa de 1976 (artigo 66.º, n.º 1). A protecção do ambiente continua, ainda hoje, a ser regulada pela Lei de Bases do Ambiente, Lei n.º 11/87, de 7 de Abril que o define como o “conjunto dos sistemas físicos, químicos e biológicos e suas relações e dos factores económicos, sociais e culturais, com efeitos directo ou indirecto, mediato ou imediato sobre os seres vivos e a qualidade de vida do homem”.

O Planeta Terra está mal precisa de nós, mas nós precisamos ainda mais dele.

Professor João Vaz / Junho de 2010

sexta-feira, 28 de maio de 2010

A escola pinta a República

A nossa escola foi palco de um desafio lançado aos alunos e aos artistas convidados, grafiters: “Deck 97”, “Noir” e “Rato”, do Porto, nos dias 26 e 27 de Maio de 2010 sobre o tema: “Pintar a República x 100”.

A pintura de um mural com grafitis alusivos à celebração do Centenário da República foi organizado pela Comissão de Eventos da nossa, em parceria com o Grupo de Educação Tecnológica e Visual. Os objectivos eram comemorar a data e representar a República de forma inovadora e contemporânea. Além da pintura de um mural, através da arte do grafiti, cuja base foi um quadro de Delacroix, “La Liberté Guidant le Peuple” de 1830, foram deixadas no chão palavras do Hino Nacional que os alunos escolheram pelo significado e pela sua representatividade nas suas vivências.
Este projecto tentou ainda levar a comunidade escolar a interessar-se pela História da República para melhor a interpretar no presente e prepará-la para o futuro. Não foi mais do que a consciencialização colectiva de uma data que mudou o rumo da nossa História. O mural deixa ficar um testemunho quotidiano, uma prova que vale a pena lutar por objectivos colectivos que melhoram o indivíduo.
A Comissão de Eventos agradece o apoio e a particpação de todos os participantes na pintura do mural. E ainda destaca o trabalho fabuloso dos grafiters: “Deck 97”, “Noir” e “Rato” que pintaram o mural.
P´la Comissão de Eventos, Cristina Martins