Este blog pertence à BE/CRE do Agrupamento de Escolas de Figueira de Castelo Rodrigo...
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Restauração da Independência
O dia 1 de dezembro foi, até hoje, feriado nacional. Porquê? Os acontecimentos que o originaram são já tão distantes que muitas pessoas desconhecem a razão por que este feriado foi criado.
Tudo começou há muitos anos, mais concretamente em finais do século XVI, quando D. Sebastião era rei de Portugal. No dia 4 de agosto de 1578, ele combateu, à frente do exército português, em Alcácer Quibir, no norte de África, tendo sido derrotado e morto nessa batalha. Como era muito novo e não possuía descendentes, isto é, não tinha quem lhe sucedesse no trono, o reino português ficou sem rei.
Assim, quem subiu ao trono foi o seu tio-avô, o Cardeal D. Henrique, mas apenas reinou durante dois anos, pois tinha muitos opositores.
Em 1580, realizaram-se novas Cortes em Tomar e Filipe II, o monarca espanhol, foi então escolhido como novo rei de Portugal, dado que tinha direito ao trono, por ser filho da infanta D. Isabel e neto do rei português D. Manuel.
Ora, este facto, na prática, unificou as coroas portuguesa e espanhola, o que é o mesmo que dizer que Portugal deixou de ser um reino independente, situação que perdurou de 1580 a 1640 e que ficou conhecida pela designação «Domínio Filipino».
Porém, em 1640, no dia 1 de dezembro, os portugueses revoltaram-se e puseram fim ao domínio espanhol, restaurando a independência de Portugal. O escolhido para suceder a Filipe III foi D. João IV, duque de Bragança.
Foram, pois, estes os acontecimento que conduziram à comemoração do 1 de dezembro enquanto Dia da Restauração da Independência de Portugal, dado que o trono voltou a ser ocupado por um rei português.
Assim, quem subiu ao trono foi o seu tio-avô, o Cardeal D. Henrique, mas apenas reinou durante dois anos, pois tinha muitos opositores.
Em 1580, realizaram-se novas Cortes em Tomar e Filipe II, o monarca espanhol, foi então escolhido como novo rei de Portugal, dado que tinha direito ao trono, por ser filho da infanta D. Isabel e neto do rei português D. Manuel.
Ora, este facto, na prática, unificou as coroas portuguesa e espanhola, o que é o mesmo que dizer que Portugal deixou de ser um reino independente, situação que perdurou de 1580 a 1640 e que ficou conhecida pela designação «Domínio Filipino».Porém, em 1640, no dia 1 de dezembro, os portugueses revoltaram-se e puseram fim ao domínio espanhol, restaurando a independência de Portugal. O escolhido para suceder a Filipe III foi D. João IV, duque de Bragança.
Foram, pois, estes os acontecimento que conduziram à comemoração do 1 de dezembro enquanto Dia da Restauração da Independência de Portugal, dado que o trono voltou a ser ocupado por um rei português.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
30.11.1935 - R.I.P. Fernando Pessoa
Já não me importo
Já não me importo
Até com o que amo ou creio amar.
Sou um navio que chegou a um porto
E cujo movimento é ali estar.
Nada me resta
Do que quis ou achei.
Cheguei da festa
Como fui para lá ou ainda irei.
Indiferente
A quem sou ou suponho que mal sou,
Fito a gente
Que me rodeia e sempre rodeou,
Com um olhar
Que, sem o poder ver,
Sei que é sem ar
De olhar a valer.
E só me não cansa
O que a brisa me traz
De súbita mudança
No que nada me faz.
02/09/1935
Já não me importo
Até com o que amo ou creio amar.
Sou um navio que chegou a um porto
E cujo movimento é ali estar.
Nada me resta
Do que quis ou achei.
Cheguei da festa
Como fui para lá ou ainda irei.
Indiferente
A quem sou ou suponho que mal sou,
Fito a gente
Que me rodeia e sempre rodeou,
Com um olhar
Que, sem o poder ver,
Sei que é sem ar
De olhar a valer.
E só me não cansa
O que a brisa me traz
De súbita mudança
No que nada me faz.
02/09/1935
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terça-feira, 29 de novembro de 2011
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Dicionário de Camões
O Dicionário Luís de Camões, o primeiro dedicado à vida e obra do poeta seiscentista, elaborado por especialistas nacionais e estrangeiros sob coordenação do professor Vítor Aguiar e Silva, chegou hoje às livrarias numa edição da Editorial Caminho.
A obra, que demorou cinco anos a editar, envolveu sessenta e nove colaboradores de diversas nacionalidades e reúne cerca de 200 artigos sobre o autor de Os Lusíadas sobre a biografia, a obra épica, lírica, dramatúrgica e epistolar, bem como sobre a sua contextualização histórico-literária, sobre os seus problemas filológicos, sobre a influência e a crítica camonianas nos diversos períodos da literatura portuguesa. Por outro lado, debruça-se sobre a receção da obra de Camões nas princiopais literaturas mundiais, desde a espanhola à brasileira e à norte-americana.
A sessão de lançamento decorrerá no próximo dia 10 de dezembro, pelas 17 horas, na sala de leitura do Centro Cultural de Belém, em Lisboa
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terça-feira, 22 de novembro de 2011
Bibliopaper 2011
A Equipa das bibliotecas escolares do Agrupamento de Escolas de Figueira de Castelo Rodrigo, com o intuito de comemorar, em outubro, o mês internacional das bibliotecas e formar os seus utilizadores, dinamizou a atividade denominada Bibliopaper. Nela participaram todas as turmas dos 5.º e 7.º anos, acompanhadas pelos docentes da área de Acompanhamento ao Estudo.
A equipa denominada R.V.L., constituída pelas alunas Raquel Martins, Rita Pacheco, Lúcia Pereira e Vera Gonçalves, do 7.º A, bem como a dos Super-Leitores, constituída pelos alunos Tiago Vicente, José Carlos Gonçalves, Paulo Gomes, Guilherme Alves e Salomé Baltazar, do 5.º C, venceram este desafio proposto pela biblioteca.
Parabéns aos vencedores! A Equipa das BE agradece a participação empenhada de todas as equipas.
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segunda-feira, 21 de novembro de 2011
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