Este blog pertence à BE/CRE do Agrupamento de Escolas de Figueira de Castelo Rodrigo...
terça-feira, 18 de novembro de 2014
Ler para Crescer: 'A maior flor do mundo'
Previamente à leitura do texto, procedeu-se à apresentação sumária da biografia do escritor. Na sequência, os alunos envolvidos efetuaram o reconto oral do conto e tiveram a oportunidade de assistir à projeção do filme baseado na adaptação do livro, de Juan Etcheverry, após o que foram desafiados a confrontar as mensagens da obra e da película.
O trabalho em torno do livro prosseguiu com uma série de iniciativas: resolução de um questionário sobre aquele; elaboração de um marcador; reconto escrito da obra na sala de aula; requisição da obra pelos alunos, seguida da sua leitura conjuntamente com os pais e da construção da maior flor do mundo; exposição dos melhores recontos, marcadores e flores confecionadas em casa.
O trabalho em torno do livro prosseguiu com uma série de iniciativas: resolução de um questionário sobre aquele; elaboração de um marcador; reconto escrito da obra na sala de aula; requisição da obra pelos alunos, seguida da sua leitura conjuntamente com os pais e da construção da maior flor do mundo; exposição dos melhores recontos, marcadores e flores confecionadas em casa.
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domingo, 16 de novembro de 2014
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
"A Hora da Partida"
A hora da partida soa quando
Escurecem o jardim e o vento passa,
Estala o chão e as portas batem, quando
A noite cada nó em si deslaça.
A hora da partida soa quando
As árvores parecem inspiradas
Como se tudo nelas germinasse.
Soa quando no fundo dos espelhos
Me é estranha e longínqua a minha face
E de mim se desprende a minha vida.
Sophia de Mello Breyner, in Poesia (1944)
Duas novas edições de Sophia
Sophia de Mello Breyner, uma das maiores escritoras portuguesas, completaria hoje, se fosse viva, 95 anos.
Para celebrar a data e a vastíssima e riquíssima obra da autora, a Porto Editora apresenta ao público uma nova edição de duas das suas obras: Saga e A Noite de Natal.
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Sophia de Mello Breyner
"Para mim a biblioteca é..." (III)
“As bibliotecas são como aeroportos”
(Valter
Hugo Mãe)
Tal
como os aeroportos, as bibliotecas permitem-nos viajar para lugares distantes e
viver emoções inesquecíveis. Quando se começa a ler um livro, as bibliotecas
transformam-se em aeroportos, ainda que, comparativamente, nos aeroportos as
viagens sejam reais e nas bibliotecas sejam ficcionais.
Através
das viagens que fazemos nas bibliotecas podemos aprender muito e atualizar as
informações que já possuímos. As bibliotecas são como “pistas de descolagem”,
onde as tempestades não impedem as chegadas nem as partidas e as bagagens não
se perdem, onde não há, portanto, preocupações. As viagens que fazemos através
das histórias contadas nos livros são mais “saborosas” do que as viagens reais,
pois não há imprevistos, nem atrasos no percurso.
Quando
leio um livro de que gosto fico mais descontraído e inspirado para escrever e
falar. Penso que todos devíamos ler o mais possível, pois só assim ficaremos
mais cultos.
Em
conclusão, os livros são um bom recurso quer para cada um de nós, quer para a
sociedade em geral, ajudando a resolver questões fundamentais.
Luís
Filipe 11.º B
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Biblioteca Escolar,
Mural de escrita
"Para mim a biblioteca é..." (II)
“As
bibliotecas são lugares de viagem”
(Valter
Hugo Mãe)
As
bibliotecas deveriam ser locais de paragem obrigatória para todas as pessoas.
Nelas encontramos uma quantidade de informação útil a qualquer pessoa, que pode
ou não ser leitora assídua.
Ao
investir na leitura, cada indivíduo está a prepara-se para a sociedade em que
está inserido. Por exemplo, numa situação de oferta de emprego, uma pessoa que
seja instruída e que saiba falar corretamente tem mais hipóteses de conseguir
um lugar.
“As
bibliotecas são como aeroportos”, são locais de passagem de diferentes pessoas
que têm em comum um objetivo - “viajar”. Viajar através da imaginação, lendo um
livro, viajar na realidade, apanhando um avião. A grande diferença entre estas
viagens é o destino, enquanto o destino do avião está traçado, ao ler um livro,
iniciamos uma viagem de aventuras cujo destino é desconhecido.
Em
relação à minha geração, penso que se encontra um pouco afastada das bibliotecas,
em parte, porque os jovens não gerem bem o seu tempo, perdendo a oportunidade
de alargar os seus horizontes culturais.
Concluindo,
as bibliotecas são importantes, tal como os livros, que se tornam nossos
amigos, ajudando-nos a sobreviver numa sociedade cada vez mais exigente.
Gonçalo
11.º B
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Biblioteca Escolar,
Mural de escrita
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
A tecnologia ao serviço do autismo
"A tecnologia faz girar o mundo. É uma frase que poucos terão coragem de contrariar mesmo quando se apontam vícios e risco de segurança na sua utilização. Mas a tecnologia é muito mais que isso e quando aproveitada com qualidade a tecnologia pode mesmo mudar a vida de milhares de crianças em todo o mundo, todos os dias."
O artigo pode ser lido na íntegra aqui. »»»
O artigo pode ser lido na íntegra aqui. »»»
terça-feira, 4 de novembro de 2014
"Para mim a biblioteca é..." (I)
“Já vi
gente a sair de dentro de um livro”
(Valter
Hugo Mãe)
As bibliotecas são como lugares de viagem. As pessoas entram
e saem, ficando com os conhecimentos que adquiriram e as histórias que leram.
Os livros contam histórias com as quais, por vezes, nos
identificámos. Histórias que nos emocionam e despertam em nós os mais variados
sentimentos.
As bibliotecas e os livros têm uma relação muito próxima,
comparável à que existe entre os filhos e as mães. Nelas encontramos os livros
que nos permitem viver e sonhar como se fôssemos personagens das histórias
contadas. Na verdade, todos nós já lemos livros que foram importantes na nossa
vida e que nos marcaram.
Na sociedade atual, conhecemos pessoas para quem os livros
contam e para outras nem por isso, mas, na realidade, “ler é esperar por
melhor”, esperar por mais cultura, mais oportunidades na vida.
Catarina 11.º B
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Biblioteca Escolar,
Mural de escrita
Outubro, mês das bibliotecas escolares
No decorrer do mês de outubro, mês das bibliotecas
escolares, nas bibliotecas do Agrupamento de Escolas de Figueira de Castelo
Rodrigo, realizaram-se várias atividades que permitiram descobrir de uma forma
mais atrativa estes espaços, as suas diferentes áreas e os seus variadíssimos
recursos.
Os alunos dos 3.º e 4.º anos estiveram envolvidos numa
atividade de leitura e exploração temática do livro Desculpa-me… Por acaso és
uma bruxa, da autoria de Emily Horn e Pawey Pawlak. As turmas do 5.º ano visionaram o
filme “The Fantastic Fling”, enquanto os alunos do 7.º realizaram um bibliopaper.
Por outro lado, as turmas dos 5.º, 6.º,
7.º, 8.º e 9.º anos participaram no concurso de cartazes publicitários
subordinado ao lema “BE – centro de conhecimento.”, elaborados nas aulas de Oficina de Artes, Educação Tecnológica e Visual.
Também para assinalar a importância das bibliotecas,
foi proposto como tema para o mural de escrita “Para mim a biblioteca escolar
é…” e os alunos do 11.º B, nas aulas de Literatura Portuguesa, elaboraram
textos sobre a mesma temática.
Onda Pina
Uma iniciativa do Museu Nacional da Imprensa pretende que, no próximo dia 18 de novembro, as escolas / os agrupamentos escolares assinalem o 71.º aniversário do nascimento do jornalista e escritor Manuel António Pina, lendo poemas da sua autoria, ou desenvolvendo outras atividades que tenham por base a vida / obra do autor.
Essas atividades poderão ser divulgadas posteriormente numa página do Facebook a criar especialmente para o efeito e no sítio do MNI.
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Efemérides,
Manuel António Pina
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
Dia da Alimentação
No dia 16 de outubro, no nosso Agrupamento, a Equipa
Pedagógica da Biblioteca dinamizou diversas atividades para assinalar o “Dia da
Alimentação”.
Nas duas bibliotecas do agrupamento, divulgaram-se
livros sobre a alimentação, numa exposição atrativa, de forma a cativar o
interesse dos leitores, e propuseram-se atividades lúdicas, nomeadamente
adivinhas que escondiam o nome de alimentos, para ocupar com qualidade o tempo
livre dos alunos.
Na escola do 2.º ciclo, em articulação com as docentes de Português, realizou-se um cordão de cartazes, elaborados pelos alunos, contendo
provérbios ilustrados sobre a alimentação. Dando cumprimento ao projeto “Ler
para crescer”, foi lida a história do “Patinho que não comia legumes” às turmas
do pré-escolar e às do 1.º ciclo da Reigada e da Vermiosa. A leitura da
referida história foi complementada com atividades de escrita e de expressão
plástica.
Celebrou-se desta forma o “Dia da Alimentação”
sensibilizando a comunidade escolar para a importância da alimentação saudável
e desenvolvendo diversas competências, específicas e transversais, nos alunos.
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