quarta-feira, 18 de maio de 2011

Concurso Nacional de Leitura 2011

          Ainda relativamente ao Concurso Nacional de Leitura, fica a reportagem televisiva realizada sobre a actividade. Ver a partir do minuto 4 e 28 segundos.



Todos os alunos entrevistados pertencem à nossa escola.

Concurso Nacional de Leitura 2011 (fase distrital)

          No pretérito dia 30 de Abril, três alunos do terceiro ciclo - Sara Barroco, Inês Aguilar e Andreina Cavaleiro - e dois do ensino secundário - Rafael Pereira e João Pinto - deslocaram-se à Guarda, mais concretamente à Biblioteca Municipal, acompanhados das docentes Célia Ribeiro e Maria Pires, para participarem na fase distrital do Concurso Nacional de Leitura.
          Mais uma vez, os nossos dignos representantes tiveram uma participação assaz positiva, lutando até ao derradeiro momento pelo apuramento para a fase nacional, só «perdido» na recta final. Caprichos da Roda da Fortuna...

          Aqui deixamos o registo fotográfico da presença da nossa escola.


Quem sou eu? (solução do mês de Março)

          Pedro Nunes foi um matemático português que nasceu em Alcácer Quibir em 1502. Para além de ser matemático, foi também cientista e contribuiu principalmente para o desenvolvimento da navegação portuguesa, essencialmente na época dos Descobrimentos.

          Também se dedicou aos problemas matemáticos da cartografia e foi o inventor de vários aparelhos de medida, incluindo o nónio.

          Por ser tão importante, Pedro Nunes aparecia nas antigas moedas de 100 escudos.

          O matemático morreu a 11 de Agosto de 1578, em Coimbra.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

"O Livro da Avó Alice", Alice Vieira

          Alice Vieira é uma escritora conhecida de (quase) todos, mais que não seja pelo facto de textos seus estarem disseminados por diversos manuais escolares e obras suas serem lidas nas nossas escolas.
          Acaba de sair a sua última obra, intitulada O Livro da Avó Alice, nas suas palavras «o livro de uma avó moderna que fala para todas as avós modernas», com as quais partilha as suas histórias (trata-se, portanto, de um registo autobiográfico), alegrias e aflições.
          Escreve a autora: "Há anos que as nossas crianças não são educadas por pessoas. Há anos que as nossas crianças são educadas por ecrãs. E o vidro não cria empatia. A empatia só se cria se, diante dos nossos olhos, tivermos outros olhos. Se diante do nosso rosto tivermos outro rosto. Humano.
          E por isso as nossas crianças crescem sem emoções. Crescem frias por dentro, sem um olhar para os outros que as rodeiam.
          Durante anos - por culpa nossa - foram criadas na ilusão de que tudo lhes era permitido.
          Durante anos - por culpa nossa - foram criadas na ilusão de que a vida era uma longa avenida de prazer, sem regras, sem leis, e que nada, absolutamente nada, dava trabalho.
          Durante anos, todos nós, pais, avós, professores, fomos deixando que isso acontecesse.
          E, de repente, os jornais e as televisões trazem-nos relatos de jovens que agridem professores na sala de aula e nós olhamos para tudo muito admirados - como se nada fosse connosco.
          Mas é

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Problema do mês de Abril

Pesos Enigmáticos



          Se dois ovos e um coelho pesam precisamente 200 gramas e se dois coelhos e um ovo pesam 160 gramas, qual é o peso de um ovo e de um coelho?
Deixa aqui a tua resposta. No próximo mês saberás a solução do Problema.

Quem sou eu?

Personalidade do mês de Maio

Quem sou eu?


          Damos-te três pistas:


Nasci em Vila Viçosa a 18 de Abril de 1901 e faleci em Lisboa a 25 de Junho de 1948.


     Em 1841 fundei a Biblioteca Cosmos.


     Fui um talentoso matemático e professor universitário.


Deixa aqui a tua
resposta.

          No início do próximo mês, saberás tudo sobre esta personalidade.

Revista "Ler" (n.º 120)

Dia da Família

Dia da Família

15 de Maio


          O dia 15 de Maio foi proclamado pela ONU como o Dia da Família com o objectivo de chamar a atenção do mundo para a importância da família enquanto núcleo vital da sociedade.


Mensagem à família

Na educação de nossos filhos
Todo exagero é negativo.
Responda-lhe, não o instrua.
Proteja-o, não o cubra.
Ajude-o, não o substitua.
Abrigue-o, não o esconda.
Ame-o, não o idolatre.
Acompanhe-o, não o leve.
Mostre-lhe o perigo, não o atemorize.
Inclua-o, não o isole.
Alimente as suas esperanças, não as descarte.
Não exija que seja o melhor, peça-lhe para ser bom e dê exemplo.
Não o mime em demasia, rodeie-o de amor.
Não o mande estudar, prepare-lhe um clima de estudo.
Não fabrique um castelo para ele, vivam todos com naturalidade.
Não lhe ensine a ser, veja você como quer que ele seja.
Não lhe dedique a vida, vivam todos.
Lembre-se de que seu filho não o escuta, ele o olha.
E, finalmente, quando a gaiola do canário se quebrar, não compre outra...
Ensine-lhe a viver sem portas.

                              Eugénia Puebla


segunda-feira, 2 de maio de 2011

"A Manhã do Mundo", de Pedro Guilherme-Moreira


No dia em que foi abatido o autor dos atentados.

domingo, 1 de maio de 2011

Auto-retrato português (Miguel Torga)

Nesga humana de um grande mapa humano,
Aqui, a ocidente e ao sol, dormito;
O manto do infinito
Veste-me a pequenez;
E o mar cerúleo, aberto à milha ilharga,
Alarga
O meu nirvana azul de português.

Rei que renunciou, cansado,
Ao ceptro da aflição,
Digo não,
Digo sim,
Com igual abandono...
Tão distante de mim
Como do trono...

Vivi antes da hora o que vivi.
E, agora, vegeto,
Feliz de nada ser,
De nada desejar,
E de nada sentir,
Agradecido ao mar de nunca me acordar,
E agradecido ao céu de sempre me cobrir.

                                        Miguel Torga

Auto-retrato (Bocage)

Magro, de olhos azuis, carão moreno,
Bem servido de pés, meão de altura,
Triste de facha, o mesmo de figura,
Nariz alto no meio, e não pequeno;

Incapaz de assistir num só terreno,
Mais propenso ao furor do que à ternura;
Bebendo em níveas mãos, por taça escura,
De zelos infernais letal veneno;

Devoto incensador de mil deidades
(Digo de moças mil) num só momento,
E somente no altar amando os frades,

Eis Bocage em quem luz algum talento;
Saíram dele estas verdades,
Num dia em que se achou mais pachorrento.

                                        Bocage

Dia da Mãe


segunda-feira, 25 de abril de 2011

A Arte

domingo, 24 de abril de 2011

O tempo e a leitura


Roubado aqui.

Páscoa

acredito na Ressurreição

dos livros

e acredito que no Céu

haja bibliotecas

e se possa ler e escrever.

                             Adília Lopes